Liberdade.

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Um grande abraço.
Eduardo G. Souza e Lígia G. Souza.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

CONTRA AS RELIGIÕES


O problema começou lá na pré-história, sem entender a natureza o homem precisava ter alguma forma de explicar os fenômenos físicos e químicos, então ele concebeu uma forma de divindade para explicar o inexplicável.

Essa divindade passou pela adoração dos astros, dos animais, pela filosofia, até chegar às formas modernas de teologia e divindades.

Na história da humanidade o homem sempre usou a divindade para justificar suas ações e erros, em nome desse Deus, que ele criou, o homem matou, destruiu civilizações, matou inocente, até crianças, exterminou povos, sacrificou seres humanos e animais, torturou, perseguiu, ou seja, pintou o DIABO, outra criação sua!

O domínio físico passou para outros piores, psicológico, financeiro, político, moral, comportamental, etc., esse domínio é exercido através da fé dos crédulos e inocentes.

O verdadeiro Deus criador do Universo, não se envolve nos problemas humanos, o homem é livre para tomar suas decisões, a responsabilidade dos seus atos não é de Deus ou do Diabo! O homem é um Ser dotado de Consciência, diferente dos animais que reagem por instintos, e essa Consciência é responsável pelos seus atos e ações.

Outro equívoco das religiões é envolver Deus em seus problemas naturais; sexualidade, riqueza, miséria, política, economia, moral, etc., são problemas do Homem, suas opções sexuais são apenas físicas, não alteram sua espiritualidade, bem como o seu comportamento, carácter e personalidade, Deus não é responsável pelo carácter de nenhum homem, ele age movido por sua consciência, se rouba, mata, mente, etc., é sua inteira responsabilidade, resultado de um carácter mal formado, fruto muitas vezes de uma personalidade doente.

Eu acredito em Deus, mas tenho certeza que ele não se mete em vida material, o que eu faço (acertos ou erros) é inteira responsabilidade minha, não entro nessa de Diabo ou congêneres.

Meu Deus não fica com o dedo em riste punindo ou protegendo, ele não está preocupado como eu levo minha vida, se eu casei, juntei, ou estou no ‘tico-tico-no-fubá’, se eu sigo os padrões e normas sociais ou não, mais sei que, por acreditar nele, devo procurar ser uma boa pessoa, livre dos vícios e de bons costumes, e agir de forma correta, de acordo com os padrões sociais (valores) estabelecidos por minha sociedade.

Meu Deus é inefável, ele não tem forma ou figura, ele não pode ser explicado, nem por palavras, figuras, ou qualquer outra forma, mas eu posso senti-lo quando contemplo o céu, o mar, a natureza, pois ele é tudo, está em tudo, até em mim! Como em todos os Seres e na natureza.

Portanto, religião não salva ninguém, religião é uma criação do homem para atender os seus interesses e justificar seus erros, ela foi criada por alguns espertos que não queriam trabalhar, então criaram a ideia que todos deveriam sustentá-los para eles serem os intercessores com a divindade, e assim tem sido por toda a história, é só estudar. As religiões institucionalizaram os reinos, os impérios, e os governos, dominaram povos e sociedades, controlaram e estabeleceram os padrões das sociedades e povos, transformaram o sexo em coisa suja e criaram padrões para a sexualidade humana. Os seus mentores sempre viveram e vivem a custa dos outros, não trabalham, mas estabelecem valores que devem ser pagos para mantê-los, enriquecem a custa de pessoas que muitas vezes se privam de coisas necessárias para pagar a igreja, vivem negociando a salvação, pois muitos acreditam que podem se salvar comprando sua salvação pagando suas igrejas. Experimente dizer a uma dessas sanguessugas que você não vai dar dinheiro a igreja, mas vai comprar alimentos e distribuir aos pobres!

Por mim as igrejas acabam e todos vão ter que trabalhar para se sustentar, pois meu Deus não precisa de templos, e eu não preciso de igrejas para encontrá-lo e viver com ele, pois ele está dentro de mim e eu amo meu Deus acima de qualquer igreja ou religião!

EU NÃO SOU CONTRA NENHUMA RELIGIÃO EM PARTICULAR... SÓ, NA VERDADE, NÃO PRATICO NENHUMA DELAS! MAS RESPEITO E PROCURO ESTUDAR TODAS, E EXTRAIR O QUE DE MELHOR CADA UMA POSSA OFERECER! 

Não sou dono da verdade, e posso estar totalmente errado! Portanto, aqueles que acreditam e sentem necessidade de uma religião para encontrarem seu Deus, sejam fiéis e bons religiosos, e procurem ser honestos e fazer o bem não importa a quem! 

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Eduardo G. Souza

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APENAS VIVER!


Eu cheguei a uma idade que quero simplesmente viver!

Eu quero sentar perto da janela, quando chover, e a ver as gotas escorrerem pelo vidro e molhar o chão.

Eu quero ler livros sem compromisso, sem que eu tenha de ser testado pelo seu conteúdo.

Eu quero escrever porque eu quero, não porque eu tenha que provar ou ensinar algo a alguém.

Eu quero ouvir os sons do meu corpo! 

Eu quero cair no sono quando a lua esteja alta e acordar, lentamente, quando o sol iluminar o meu rosto, sem lugar para correr e chegar.

Eu não quero ser governado por dinheiro, relógio ou quaisquer das restrições artificiais que a humanidade impõe a si mesma.

Eu só quero ser! Sem limites! E perscrutar o infinito.

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Eduardo G. Souza.
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PORQUE UNIMOS AS MÃOS QUANDO REZAMOS? 



Ainda muito pequeno, eu fui ensinado a orar com as mãos postas. Depois pode verificar que não há nenhuma menção bíblica dessa prática (tanto quanto eu sei). Na verdade Deus não se importa com a posição que oramos.

Esse hábito, rezar com as mãos unidas, com os dedos entrelaçados ou não, a frente do coração e comum entre os cristãos.

Nathan Ausubel, em seu livro "Book of Jewish Knowledge - disse que este gesto de oração não é exclusivo dos cristãos. Ele disse que os judeus antes da época de Jesus Cristo, já o praticavam". Ausubel afirma que “Antes do período pós-exílio, quando os judeus oravam, eles uniam suas mãos, e eles observaram esse costume durante vários séculos, mesmo depois de ter sido adotado pelos cristãos".

Raba bar Rav Huna, um judeu da Academia Talmúdica, “homem de verdadeira piedade e modéstia genuína”, que viveu na Babilônia, (segundo Abba ben Joseph, aC. 280-352), costumava rezar com as mãos unidas.

Jesus, sendo judeu, também teria orado com as mãos postas, podemos ver isso representado em várias telas e imagens que retratam Jesus no jardim de Gethsemani neste gesto de oração. Em outras obras de arte, podemos também ver Maria e anjos orando com as mãos juntas também.

No Corão, livro sagrado do Islão, podemos ler: "A primeira parte da oração envolve deliberadamente o afastamento das distrações do mundo. O esplendor de Deus é reconhecido por este afastamento do mundo. Levantando as mãos à altura do ombro, após o desligamento, proclamar que Deus é o mais Elevado. Então, como as mãos são unidas sobre o coração, cantar a oração buscando abrigo de Satanás...”.

Os hindus e budistas também unem as palmas das mãos na altura do coração como um sinal de veneração e respeito. Isso é também uma forma de cumprimento conhecido como o "mudra anjali", que significa oferta divina (anjali) e selo ou sinal (mudra). Os indianos ao fazer este gesto dizem a palavra "Namaste", que é uma espécie de cumprimento sagrado. "Namaste" significa "eu me curvo à divindade dentro de você a partir da divindade dentro de mim." Como é belo o significado dessa palavra!

Na prática da yoga, a união das mãos une o hemisfério esquerdo e direito do cérebro. Tal postura acalma a mente.

Pat Houmphandiz, missionário da Igreja Menonita Canadense na Tailândia, relata: “As pessoas estão acostumadas a sentar-se no chão, de modo que em seu local de adoração não tem bancos ou cadeiras. A postura de oração e adoração é: - ajoelhados com as mãos unidas, palma com palma, abaixo do queixo...”. 

Porque as mãos postas ​​veio a ser uma prática comum? Existe alguma lógica por trás disso?

Esse gesto parece ser bastante natural. Essa prática não é, especificamente, cristã, judaica, ou tão pouco moderna de rezar. Como vimos, com algumas variações, orar de mãos juntas, palma contra palma, aparece em outras culturas não cristãs ou judaicas.  

Historiadores religiosos associam orar com as mãos unidas ao ato de acorrentar mãos dos prisioneiros com correntes ou cordas. Juntar as mãos passou a simbolizar submissão.  

Na Roma antiga, um soldado capturado poderia evitar a morte imediata, desde que unisse as mãos ou acenasse com uma bandeira branca. A mensagem era clara: "Eu me rendo".

Séculos mais tarde, os indivíduos demonstravam sua lealdade ou prestavam homenagem aos monarcas, unindo suas mãos. Edward Schillebeeckx’s em seu livro “The Church with a Human Face” (A Igreja com um Rosto Humano), afirma que em torno do século 11 dC, quando camponeses iam implorar trabalho ao senhor feudal, o faziam com as mãos postas, este era um gesto de extrema humildade e suplica. Com o tempo, a união das mãos significava tanto reconhecimento de uma autoridade, como a submissão a essa autoridade.

A união das mãos pode nos levar ao desejo dos homens para subjugar o outro e se desenvolveu a partir da amarração das mãos dos prisioneiros! 

Embora o algemar tendo acabado por servir como uma medida de segurança e imobilização parcial do detido, incapacitando-o de agarrar uma arma, a união das mãos permaneceu como um símbolo de servidão e submissão do homem.  

As religiões adotaram a postura que representa as mãos algemadas, como sinal de obediência total do homem ao poder divino.

Assim, tal postura de oração é um símbolo de obediência, submissão, agradecimento, sinceridade e arrependimento. Então, quando nós unimos nossas mãos em oração, estamos simbolicamente comprometendo a Deus nossa fidelidade e lealdade.

O que acontece quando oramos ou meditamos com as mãos unidas com os dedos entrelaçados ou não?

Acredito que essa postura nos ajuda a se concentrar mais em Deus. A representação de mãos unidas, mesmo desenhadas, traz uma sensação de paz, é um sinal de tranquilidade e faz nossas mentes se acalmarem. É a mesma coisa quando nos ajoelhamos para orar. Quando nos posicionamos com os joelhos dobrados e as mãos postas, podemos sentir mais nitidamente a presença de Deus, pois fazemos isso para mostrar a nossa total reverência ao nosso Criador.
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domingo, 18 de janeiro de 2015

UMA PEQUENA HISTÓRIA 

Conta-se que certo escritor uma vez, estava caminhando numa praia deserta, quando avistou à distância, um homem recolhendo algo das areias e jogando no mar.
Curioso, aproximou-se para ver do que se tratava. O homem avistado recolhia estrelas do mar, que as águas haviam arremessado na areia da praia, e as devolvia ao mar. 
O escritor perplexo ao ver aquilo, disse ao homem: "- Mas o que você está fazendo? São muitas estrelas... ...e essa praia é enorme!" 
O homem sorrindo, abaixou-se, pegou mais uma estrela e mostrando-a para o escritor, disse: "- Pode ser... mas para essa aqui, eu fiz a diferença." E devolveu novamente a estrela ao mar.
O escritor passou a noite, pensando no que o homem na praia, havia lhe dito. No dia seguinte, o escritor acordou bem cedo, e foi sorrindo pegar estrelas... 

Autor desconhecido.