Liberdade.

Todos os textos publicados nesse blog são livres para serem copiados e reproduzidos.
Porque não existe outra pretensão em nossos escritos, que não seja expressar o nosso pensamento, nossa forma de ver e sentir o mundo, o Homem e a Vida.
Se você acreditar seja necessário e ético, favor indicar a origem e o Autor. Ficamos lhe devendo essa!
Um grande abraço.
Eduardo G. Souza e Lígia G. Souza.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

.

.


terça-feira, 18 de janeiro de 2011

.

.


TRANSTORNO BIPOLAR OU PSICOSE MANÍACO DEPRESSIVA

.

A Psicose Maníaco Depressiva, hoje mais conhecida como Transtorno Bipolar (A denominação Psicose Maníaco Depressiva está sendo abandonada) consiste em crises cíclicas de alternância entre estados excitação mental e acessos melancólicos. Diferente das variações normais de humor, que todas as pessoas experimentam, os sintomas do transtorno bipolar são severos e podem resultar em prejuízos aos relacionamentos, desempenho ruim no trabalho e nos estudos, e até em suicídio.


A crise maníaco de excitação mental leva à fuga de idéias, acompanhada de uma inconsistência das mesmas. Esta crise de euforia pode levar à extravagância total. O paciente durante o estado de extrema excitação é muito desinibido, por exemplo, é capaz de tirar as roupas, rasgar suas vestes, cantar gritando, dançar extravagantemente, fazer compras desnecessárias e extremamente caras, etc.. Normalmente, estas crises são acompanhadas por um sintoma que é chamado de logorréia (o paciente começa a falar em um processo contínuo e inesgotável, numa profusão de frases sem sentido e/ou inúteis, em uma compulsão para falar loquaz e exageradamente). O discurso, em geral, contém trocadilhos e obscenidades. Alguns pacientes, em crise, são impelidos a praticar sexo compulsivamente. Geralmente, o conjunto é acompanhado por queixas de insônia.


A crise de melancolia, por sua vez, corresponde a uma profunda depressão que se caracteriza por uma tristeza permanente, independente das circunstâncias externas. O paciente sente-se desconfortável, experimenta sensações internas de ansiedade e angústia bastante intensas. As crises, por vezes, vêm acompanhadas por delírios e sentimento de culpa. A recusa de alimentos ocorre com bastante frequência. O maior perigo desses episódios é o suicídio. Por isso o paciente em crise requer um acompanhamento atento e cuidadoso. A crise de melancolia, por outro lado, é acompanhada por aquilo que é chamado de inibição intelectual, com a falta de concentração e diminuição da produção de idéias. Os movimentos ficam lentos, a indecisão é comum, acompanhada de um sentimento de impotência, falta de vontade e abulia (uma deterioração ou incapacidade, mais ou menos evidente, relativa ou temporária, da vontade de atuar, que se traduz na indecisão, na incapacidade para conceber ou concretizar ações e tomar decisões).


O tratamento, tanto na crise de euforia como na forma de melancolia, algumas vezes requer hospitalização, especialmente em casos graves, em que o paciente em crise perde totalmente o controle de seu comportamento e de suas ações (normalmente essa hospitalização ocorre contra a vontade do paciente). O uso da Amitriptilina e da Imipramina (antidepressivos tricíclicos, da classe dos mais conhecidos medicamentos antidepressivos, que têm larga utilização na prática clinica) e seus derivados são freqüentemente eficazes nas crises depressivas. Esses fármacos são indicados para as formas de ansiedade intensas ou delírios com risco de suicídio.


Os pacientes portadores de psicose maníaco depressiva ou transtorno bipolar requerem o acompanhamento continuo e constante de profissionais qualificados, para o diagnóstico e a terapêutica desse distúrbio mental.


Eduardo G. Souza.
.

domingo, 16 de janeiro de 2011

sábado, 15 de janeiro de 2011

.
. 

.
.

.
.

.

.

domingo, 9 de janeiro de 2011

SAÚDE MENTAL

.

“A Organização Mundial de Saúde afirma que não existe definição oficial de saúde mental. Diferenças culturais, julgamentos subjetivos, e teorias relacionadas concorrentes afetam o modo como a saúde mental é definida. Saúde mental é um termo usado para descrever o nível de qualidade de vida cognitiva ou emocional. A saúde Mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as atividades e os esforços para atingir a resiliência(1) psicológica. Admite-se, entretanto, que o conceito de Saúde Mental é mais amplo que a ausência de transtornos mentais"
Secretaria de Saúde do Estado do Paraná.

“Saúde mental é um conceito vago que engloba desde transtornos como dislexia, autismo, síndrome de Down, demência senil, depressão, que se manifestam de diferentes formas e com diferentes sintomas, até distúrbios psicológicos e de comportamento - ansiedade e estresse, por exemplo – diretamente relacionados com as condições de vida impostas pela sociedade atual.
“Embora seja uma patologia tão abrangente, é longa a tradição de lidar mal com as pessoas que têm “problemas mentais”. Num passado não tão remoto assim, quem nascia com uma doença psiquiátrica ou a desenvolvesse durante a vida era trancafiado num quarto, isolado de toda a família, e os parentes procuravam evitar a aproximação de vizinhos e amigos, porque essas enfermidades eram motivo de vergonha.”
Dr. Valentim Gentil é médico. Professor de Psiquiatria. Dirige o Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo.


A saúde mental é parte integrante da saúde geral do indivíduo e é essencial para sua sobrevivência, uma vez que determina o comportamento, a percepção, o raciocínio, a comunicação e a compreensão. Uma saúde mental deficiente pode impedir uma pessoa de viver socialmente e se realizar plenamente. Problemas de saúde mental podem ser tratados a partir de uma perspectiva ampla que vai desde melhorar o bem-estar emocional através do tratamento e prevenção da doença mental, transtornos psiquiátricos graves e tendências ao suicídio.
A maioria das pessoas é afetada por doenças mentais, algumas diretamente, outras indiretamente através de um familiar, um amigo ou um colega. No entanto, ainda existem muitos preconceitos deste tipo de doença, que representa um obstáculo para o diagnóstico e tratamento adequado, bem como aceitação e apoio as pessoas que sofrem de doenças mentais tanto pela família, como pela comunidade.
Cerca de trinta por cento dos brasileiros irá desenvolver uma doença mental durante a sua vida. Embora a maioria das doenças mentais ocorra durante a adolescência e juventude, pessoas de todas as idades, culturas, níveis de escolaridade e renda podem sofrer de doenças mentais.
Ao longo de sua vida, a maioria das pessoas pode se sentir isolado, solitário, triste, emocionalmente desequilibrado ou desconectado da realidade. Esses sentimentos são reações normais e em geral ocorrem em curto prazo, quando enfrentamos situações difíceis, como a morte de um ente querido, a perda do emprego, um caso de amor fracassado ou uma súbita mudança nas condições de vida. As pessoas aprendem a lidar com sentimentos difíceis como aprendem a se adaptar a situações difíceis.


No entanto, a doença mental, por definição, é bastante diferente. Ela tem um grave impacto sobre a capacidade de uma pessoa para funcionar de forma eficaz durante um longo período. Dependendo da doença, o raciocínio, o humor e o comportamento da pessoa podem ser seriamente prejudicados. Essas pessoas podem não ser capazes de lidar com os aspectos mais simples de suas vidas diária e precisam de ajuda para restaurar o equilíbrio em suas vidas.
As doenças mentais não só provocam uma perda de rendimento ao paciente, mas o seu custo econômico é enorme para os familiares e a Sociedade. Esse custo é estimado em bilhões de reais. Um número significativo dos pacientes com doença mental pode recorrer a profissionais de saúde e serviços da comunidade para serem tratados, mas algumas pessoas não têm acesso ao tratamento adequado, e em geral acabam perambulando pelas ruas das grandes e médias cidades. Alguns pacientes precisam ser internados para estabilizar seus sintomas. Hoje, em muitos dos casos, as internações ocorrem em hospitais gerais, principalmente com a desativação das Colônias Psiquiátricas. As doenças mentais são responsáveis por cerca de 10% de todas as internações hospitalares.
As doenças mentais assumem muitas formas, incluindo:
Os transtornos de humor, como depressão e o transtorno bipolar, que afeta o modo como uma pessoa se sente e se relaciona;
A esquizofrenia, que afeta sua percepção do mundo;
Os transtornos de ansiedade, que levam uma pessoa ter medo de certos lugares, acontecimentos ou situações;
E os transtornos de personalidade, o que afeta o modo como uma pessoa é comparado com os outros e os transtornos alimentares como a anorexia e a bulimia, que afeta a forma como a pessoa se sente sobre o alimento e a imagem corporal.
Embora o suicídio não seja considerado uma doença mental, muitas vezes é o resultado de uma doença mental subjacente.


As doenças mentais são causadas por uma interação complexa de fatores, incluindo: genéticos; biológicos; da personalidade; de status sócio-econômicos e de eventos da vida.
As doenças mentais são caracterizadas por alterações do raciocínio, de humor e de comportamento, ou uma combinação delas. Uma pessoa que sofre de sintomas de desconforto significativo e é incapaz de se comportar adequadamente durante um longo período, deve ser encaminhada a um especialista. Estes sintomas podem ser leves ou graves, dependendo da doença mental do indivíduo, da família e do meio ambiente do paciente.
(1) Resiliência ou resilência é um conceito tomado da física, definido como a capacidade do indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse, etc. - sem entrar em surto psicológico.



Eduardo G. Souza.
.

sábado, 1 de janeiro de 2011

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

sábado, 18 de dezembro de 2010

ANO NOVO - VIDA NOVA

.


O Dia de Ano Novo é tradicionalmente o dia de darmos uma olhada mais ou menos nostálgica no ano passado e ficamos ansiosos para o novo ano que se abre diante de nós, com renovado empenho e novos anseios. Então nos perguntamos: "Será que eu consegui fazer o que eu queria ter feito no ano que passou? Muitas vezes, nossas respostas são ambíguas: - fizemos, mas não fizemos tanto ou tão bem como poderíamos ter feito. Então tomamos a resolução de fazer tudo melhor no novo ano.

Muitas vezes, as resoluções que tomamos são confusas, obscuras ou irreais e, finalmente, fogem do nosso controle. Então fica difícil encontrarmos parâmetros para medir a praticidade de nossas resoluções. Por outro lado, não podemos saber se a vida, em suas várias oportunidades, irá cooperar para que nossas resoluções ganhem mais força no ano novo. Não podemos saber se a nossa saúde irá contribuir para que possamos concretizar nossas resoluções, e que decisões tais como: exercitarmo-nos mais, dormir mais ou perder peso no ano novo, possam se concretizar.

Agora é um bom momento para usarmos uma medida bem realista, bastante sóbria, para analisarmos o que aconteceu no ano que passou, e como poderemos corrigir nossas ações no ano novo. Devemos assumir nossas falhas e enganos para corrigir nossas obras, na esperança de um novo amanhã.

Este ano vou parar de roer as unhas. Este ano vou parar de comer chocolate. Este ano vou parar de fumar. Algumas dessas resoluções de Ano Novo nos soam muito familiares! É mais do que provável, que muitos de nós já tenhamos tomado essas resoluções de Ano Novo. Mas quantos de nós temos realmente concretizado as nossas resoluções? Ano após ano, é a mesma coisa do ano velho... Resoluções são tomadas, e rapidamente abandonas. É claro que qualquer um pode tomar uma resolução de Ano Novo, mas a parte mais difícil é realmente concretizar essas resoluções.

Existem muitas maneiras diferentes de conservar as resoluções para o Ano Novo. Algumas maneiras úteis de lembrar suas resoluções são: escrever suas resoluções em locais bem visíveis, e manter um diário do seu progresso; contar a um amigo suas resoluções, para que ele procure lhe ajudar a concretizá-las, um amigo próximo vai apoiá-lo e motivá-lo para alcançar a sua resolução; lembrar sempre a si mesmo, mantendo pensamentos positivos; não definir seus padrões muito altos, criar metas realistas; buscar alcançar esses objetivos lentamente, e manter-se um tanto flexível com a consecução da resolução.

Então vamos acreditar que a vida vai continuar e que vamos ter novas oportunidades, que um futuro brilhante nos espera.


Feliz Ano Novo.
Eduardo, Lígia e família.
.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

domingo, 12 de dezembro de 2010

DEUS EXISTE?

.

Como podemos saber se Deus existe?
É possível a uma mente finita saber se Deus existe? Existem três principais argumentos que os deístas (deísmo é uma postura filosófica que admite a existência de um Deus criador, fundamentada na razão e na experiência pessoal, e questiona a idéia da revelação divina) usam para demonstrar a existência de Deus. Esses argumentos são: cosmológico, teleológico e moral.
Argumento cosmológico.
Este é o argumento da criação a partir de um Criador. O termo vem da palavra grega cosmos, que significa "universo". O próprio argumento é dependente da lei da causalidade, que diz que cada coisa finita é causada por algo que não ela própria. O argumento cosmológico pode ser resumido como segue:
1. O universo teve um começo.
2. Tudo o que teve um começo deve ter sido causado por outra coisa.
3. Assim, o universo foi causado por outra coisa existente, um princípio Criador.
Há uma grande riqueza de evidências científicas que sustentam a primeira premissa. A segunda lei da termodinâmica diz que em um sistema fechado, isolado, a quantidade de energia utilizável vai diminuindo continuamente. Como um sistema fechado, o universo começou com uma quantidade finita de energia utilizável, e ele está sendo executado a partir da ordem na desordem. Desde que o universo ainda tem energia utilizável restante, ele não pode ser eterno, ou ele teria ficado sem energia útil há muito tempo.
A Astronomia tem dado muitas provas de que o universo teve um começo. A Teoria do Big Bang postula que o Universo explodiu para a existência e agora está se expandindo. Essa idéia é apoiada pelo efeito Doppler da luz e o desvio cosmológico para o vermelho observado na luz através do universo quando as galáxias se afastam umas das outras. A eco radiação é um tipo de emissão em microondas considerado o "eco" do Big Bang, também chamada radiação cósmica de fundo. Essa radiação se distribui de maneira irregular pelo cosmo, e foi essa irregularidade (a anisotropia) que determinou que a matéria no Universo estivesse concentrada em galáxias, planetas e seres humanos, como nós. Sem esses grumos cósmicos, a matéria estaria espalhada de maneira uniforme pelo universo, o que seria péssimo para os interesses dos seres vivos. A descoberta da eco radiação produziu o modelo exato de comprimentos de onda que determinou a existência de uma grande explosão que teria originado o universo. Além disso, os astrônomos descobriram uma grande massa de energia que teria surgido a partir da explosão inicial.
Como a ciência continua a dar provas de que o universo teve um começo, ficamos com duas possibilidades: - Ninguém criou algo do nada, ou alguém criou algo do nada. Qual é a opção mais razoável?


Argumento teleológico.
O termo "teleológico" vem da palavra grega telos, que significa "fim." Este argumento racionaliza a existência de um projeto criado por um projetista. Ele pode ser resumido como segue:
1. Todos os projetos implicam em um projetista.
2. Há um grande projeto no universo.
3. Portanto, deve haver um Grande Projetista do universo.
Pela nossa experiência, sabemos que causas naturais não produzem especificados sistemas complexos, tais como livros, óperas ou computadores. Sabemos que as causas naturais do vento e da água produziram o Grand Canyon, mas nunca se diria que o vento e a água esculpiram naturalmente os rostos de quatro Presidentes dos Estados Unidos em Mount Rushmore. Relógios implicam em um relojoeiro, edifícios implicam em um engenheiro, e livros implicam em um autor. Um projeto nestas coisas é óbvio, e concluímos existir um autor.
Por exemplo, se a Terra fosse significativamente mais perto ou mais longe do sol, ela não seria capaz de sustentar grande parte da vida como faz. Se os elementos na nossa atmosfera tivessem apenas alguns pontos percentuais diferentes, quase todos os seres vivos na terra morreriam. A chance de uma única molécula de proteína se formar ao acaso é de 1 em 10 243 . Uma única célula possui milhões de moléculas de proteína.
O astrônomo Carl Sagan escreveu que a quantidade de informações no cérebro humano expresso pelo número total de conexões neuronais seria equivalente a 20 milhões de livros. Ele afirmou que "a neuroquímica do cérebro é incrivelmente complexa, um circuito de uma máquina mais maravilhosa do que qualquer uma das inventadas pelo ser humano." Se mesmo os computadores exigem um projetista, então porque o cérebro humano não precisaria de um projetista mais inteligente?


Argumento Moral.
As razões do argumento moral são que se existe uma lei moral, há um Legislador Moral. O argumento pode ser descrito:
1. Leis morais implicam em um legislador moral.
2. Há uma lei moral objetiva.
3. Portanto, existe um Legislador Moral.
A segunda premissa é a pedra fundamental do argumento, sem a qual ele se desfaz. Como sabemos que existe uma lei moral objetiva? Cada cultura ao longo da história tem alguma forma de lei moral. Todo mundo tem o senso de certo e errado. Termos como “assassinar”, “mentir”, “roubar”, "injustiça" ou "errado" significam que existe algum padrão objetivo de comparação para os valores a que se referem. Sem um padrão moral, não haveria nenhuma diferença moral entre Adolf Hitler e Madre Teresa. Dizer que Hitler estava errado seria apenas uma opinião, que não teria nenhuma base real para os outros concordarem com ela. Se Hitler estava errado por um padrão objetivo, então deve haver um nível moralidade acima de todos nós. Se existe essa lei uma moral objetiva, então não deve haver um Legislador dessa lei moral objetiva?


Existe ainda a forma mais popular de Argumento, o Ontológico, ele usa o conceito de Deus para provar a existência de Deus. Ele começa com a definição de Deus como: "- o Ser Maior, nada maior do qual pode ser concebido". Argumenta-se então que existir é maior do que não existir e, portanto, o maior ser concebível deve existir. Se Deus não existisse, então Deus não seria o maior ser concebível, o que entraria em contradição com a própria definição de Deus.
Como podemos realmente saber?
Nenhum destes argumentos é indiscutivelmente bem-sucedido, é claro, muitos filósofos têm considerado e rejeitado cada um deles. Nenhum, porém, qualquer um deles, obviamente, é um fracasso total. Os argumentos que aqui são descritos têm sido defendidos por alguns dos maiores pensadores que já viveram, como Platão, Tomás de Aquino, Anselmo, Leibniz e Descartes, e cada um deles ainda é considerado e defendido, de alguma forma, pelos principais filósofos hoje.


O que este texto pretende fazer é explicar o que são esses argumentos, e quais as conclusões que eles pretendem estabelecer.
Em última análise, estes argumentos só vão convencer alguém que esteja disposto a aceitar a possibilidade da existência de Deus. Para chegar a esse lugar você tem que analisar seus pressupostos, ou as premissas que você possui. Quando você é intelectualmente honesto com você mesmo, então você está pronto para considerar todas essas evidências.
E, finalmente, aceitar ou não os argumentos e as suas conclusões eu deixo para você.

.
.


.


quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL

.


A noite de Natal
É uma noite especial
Cheia de magia e alegria
Em nossos corações.

Comemoramos a chegada de Jesus
Cantamos Feliz Natal
Desejamos aos nossos Amigos
Que tenham um Feliz Natal.

Então a todas as crianças do mundo ...
Feliz Natal!
Para todos os que estão longe ...
Feliz Natal!

Aqueles sem um lar ...
Sem uma família ...
Feliz Natal!
Aos que estão triste ...
Que estão sofrendo ...
Feliz Natal!

Feliz Natal para todos ...
Cheio de Paz e Alegria ...
Amor em nossos Corações ...
Porque é NATAL ... Nasceu Jesus ...
Aquele que trouxe para todos
Uma grande mensagem de Amor!




 
A todos os Amigos desejamos FELIZ NATAL.
Pleno de Paz e Amor.

.
.


.


quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

SER FELIZ!

.

Tudo depende do que você entende da palavra felicidade.
Há pessoas que têm pouco na vida, trabalham duro e sabem o que é a felicidade.
Outros têm dinheiro e fama, e apesar disso, eles não sabem o que é felicidade.
Na verdade, é difícil definir a felicidade, em geral nem todos têm as mesmas expectativas.


Mas a felicidade não é algo fora de você, que você poderia encontrar, produzir ou solicitar. Na verdade nossa idéia de felicidade é frequentemente a causa da nossa infelicidade. Você não precisa criar felicidade. E ela não é consequência de nada fora de você. A felicidade vem para aqueles que entendem que não se pode ganhar tudo e sempre, que não se pode conquistar mais que o ar que respiramos. A felicidade é parte da vida, e é encontrada na vida. A busca da felicidade é baseada na certeza ilusória de que podemos conquistar a felicidade. É impossível. Felicidade é a manifestação natural de uma vida livre de estresse, como o sol que aquece a terra, naturalmente, quando as nuvens negras se dissipam.
Ser Feliz é estar satisfeito com quem você é, onde você está e com o que você faz. E isto não é razão de outra pessoa, mas razão de você mesmo. Nós não precisamos de autorização, aprovação ou validação de ninguém para ser feliz. Esta é uma das poucas coisas sobre as quais podemos ter controle. E, apesar de cultivar a felicidade ser um trabalho duro, é um trabalho que ninguém pode fazer isso por você.
No século XIX, o escocês Robert Louis Stevenson, novelista, poeta e escritor, propôs um conjunto de regras simples para ajudar as pessoas serem mais felizes. Essas regras ainda se aplicam hoje:
- Decida ser feliz. Aprenda a encontrar prazer nas coisas simples.
- Tire o máximo partido da sua situação atual. Ninguém tem tudo e todos têm certa tristeza misturada com os prazeres da vida. O segredo é rir, não chorar.
- Seja gentil com você mesmo. Não se leve muito a sério. E não ache que você deveria ser protegido dos infortúnios que caem sobre os outros.
- Não se preocupe com as críticas. Você não pode agradar a todos.
- Defina suas próprias normas e seus próprios objetivos. Seja você mesmo e explore seus próprios limites.
- Faça o que você gosta de fazer, mas sem endividar-se.
- Não procure aborrecimentos. As cargas imaginárias são mais pesadas de se levar que as verdadeiras.
- Livre-se dos seus ressentimentos. O ódio, a inveja e a raiva dentro do seu ser, fazem você se desgastar.
- Multiplique seus interesses. Se você não pode viajar, viaje o mundo através de suas leituras.
- Não se deixe derrotar pelas lamentações. Supere sua dor e os seus erros, e apenas assimile as lições valiosas que eles lhe ensinam.
- Faça o que puder para ajudar aqueles menos afortunados do que você.
- Mantenha-se ocupado. Quem está ocupado não tem tempo para ser infeliz.


Nestas festas de final de ano, durante o próximo ano e por toda sua vida, Seja Feliz! Você merece e estamos torcendo por você.


Boas Festas!

São os votos sinceros de Eduardo, Lígia e família.

.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

AMOR PERDIDO

.

AMOR PERDIDO


Embora seja difícil expressar,
por causa das emoções conflitantes,
a dor de um coração partido
pelo drama de um ente amado
perdido nas mãos da morte.

Não é possível consolar,
nada poderá superar,
a dor e a tristeza do sentimento
da perda do amor que partiu
perdido nas mãos da morte.

A lembrança pode ajudar,
a aliviar a dor de perder
o amor que foi encontrado,
como a razão de viver,
perdido nas mãos da morte.

Talvez não tenha sido conhecida,
a profundidade desse amor,
até que a dura realidade
nos traz a saudade cruel do amor
perdido nas mãos da morte.

Na descoberta do amor,
sempre esquecemos que a vida
é transitória e efêmera,
e que o amor encontrado pode ser
perdido nas mãos da morte.

Porém o amor perdido pode deixar um saber,
que o consolo pode trazer,
que quando chegar nosso dia de partir,
estaremos junto a esse ser adorado
perdido nas mãos da morte.

Eduardo Gomes de Souza.


.
.


.


quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

NOSSOS SONHOS

.


NOSSOS SONHOS


Sonhar é viver,
viver é sonhar.
A vida sem sonho é vazia,
sem sonhos não há viver.

A vida é um sonho.
Os sonhos alimentam a vida.
E enquanto eu puder sonhar,
continuarei a viver.

Existem sonhos de vida
e vidas que são um sonho.
Os sonhos sonhados ou vividos,
são a razão de viver.

O tempo limita a vida,
o sonho transcende o viver.
Os sonhos de minha vida,
me farão permanente viver.

O amor é um sonho lindo,
se vivido alimenta o viver.
No sonho de nosso amor, querida,
Iremos eternamente viver.

Eduardo G. Souza.


.
.


.


segunda-feira, 29 de novembro de 2010

domingo, 28 de novembro de 2010

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

ENTÃO É NATAL!

.


Então é Natal!


Que as mensagens do Cristo de Amor e Paz estejam sempre em nossos corações.

Lembrem-se, Amar a Deus sobre todas as coisas e ao Próximo como a Você mesmo.

O mais importante é você amar a si mesmo, pois somente se ama quem se respeita e não se destrói, pelo vício, pelo ódio e pelo rancor.

FELIZ NATAL!

Eduardo e Lígia. 
 
.