Liberdade.

Todos os textos publicados nesse blog são livres para serem copiados e reproduzidos.
Porque não existe outra pretensão em nossos escritos, que não seja expressar o nosso pensamento, nossa forma de ver e sentir o mundo, o Homem e a Vida.
Se você acreditar seja necessário e ético, favor indicar a origem e o Autor. Ficamos lhe devendo essa!
Um grande abraço.
Eduardo G. Souza e Lígia G. Souza.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

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domingo, 28 de novembro de 2010

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

ENTÃO É NATAL!

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Então é Natal!


Que as mensagens do Cristo de Amor e Paz estejam sempre em nossos corações.

Lembrem-se, Amar a Deus sobre todas as coisas e ao Próximo como a Você mesmo.

O mais importante é você amar a si mesmo, pois somente se ama quem se respeita e não se destrói, pelo vício, pelo ódio e pelo rancor.

FELIZ NATAL!

Eduardo e Lígia. 
 
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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

AFINAL, EU SOU CHATO?

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Eu sou um Cara meio chato! Hum, meio chato não existe. Está bem, sou quase chato! O que? Quase chato não, também não existe. Está bem..., está bem..., eu assumo, eu sou um Cara Chato! Agora posso continuar?



Bem, como todo Cara Chato tenho minhas manias. Mas, quem não as tem? Uma delas é quanto à posição do rolo de papel higiênico no suporte. Defendo que a ponta do papel deve sempre ficar para fora.


Quando cheguei a essa conclusão, e já vai bastante tempo, passei a azucrinar a vida dos familiares. Tentava convencer a todos que a ponta do papel higiênico deve ficar para fora.


Foram fases distintas da tentativa de ter minha mania atendida.


A primeira fase foi a da educação. Tentava, através dos princípios da física e da lógica, convencer os familiares e as secretárias da minha mãe e da patroa, que a inércia do movimento rotatório do rolo, quando a ponta fica para traz, faz com que o papel continue caindo, mesmo após cessar o estímulo motor, levando a ponta a se aproximar ou tocar o chão, além de que o acesso ao picote é mais fácil para dosar a quantidade a ser destacada, quando ele está para frente e acima. É importante um parêntese. Em todos os hotéis que frequentei até hoje sempre encontrei o rolo de papel higiênico colocado em seu suporte com a ponta para frente. Os camareiros devem ser instruídos para agir dessa forma. Mas, é claro que toda regra tem exceções, então, retornávamos de Montes Claros, MG, obras na estrada e uma entrada errada em Belô, furou nosso planejamento cronométrico, e tivemos que fazer uma estada não programada entre Belô e o Rio, paramos em um hotel cujas únicas estrelas eram as do céu, e para minha surpresa, pela primeira vez encontrei o rolo de papel higiênico colocado com a ponta do papel para dentro.


A segunda fase foi a da reclamação. E os familiares e as secretárias das madames (minha mãe e esposa) aturaram reclamações e exortações sobre o possível desperdício originado pela colocação inadequada do rolo de papel higiênico em seu suporte. Haja ouvidos e paciência.


A terceira fase foi a da ação. Já cansado e descrente de minha capacidade de convencimento e de pressão, passei a mudar a posição do rolo de papel higiênico, recolocando-o como acredito seja a posição correta. Olhem, foram muitos os rolos mudados de posição. Que ninguém nos ouça, mas mudei rolos até nas casas de parentes e amigos.
E finalmente, para minha surpresa, a última fase, a da inação. Outro dia levei um susto, me encontrei frente a uma nova realidade, ao encontrar um rolo colocado em posição inadequada, simplesmente deixei para lá. Quando tive consciência de que não estava mais fazendo nada, em relação a minha velha mania, fiquei surpreso.


Bem a historinha é muito interessante, mas o que realmente importa é a consciência de que todos nós podemos, um dia, parar de lutar! E isso é a pior coisa que pode ocorrer em nossa vida, pois desde o dia em que nascemos lutamos para sobreviver, e na proporção em que adquirimos valores sociais e experiência passamos a lutar e defender nossas crenças e costumes. Enquanto estivermos lutando estaremos vivos, quando nos acomodamos e passamos a deixar as coisas para lá, é um sinal claro de que perdemos nossa capacidade de lutar pelos nossos ideais e costumes, é uma característica da proximidade do fim da caminhada, do fim da estrada.


E essa não é apenas uma característica dos indivíduos, mas é também das sociedades, assim como as pessoas se rendem, também as comunidades e sociedades são abatidas. Quando um indivíduo perde a capacidade de lutar, ele se rende ao inexorável. Quando uma sociedade perde sua capacidade de se indignar e lutar, todos os indivíduos do grupo estarão se rendendo ao que acreditam não tem como ser corrigido. E, nesse momento, aqueles que agem errado e praticam o mal, passam atuar livremente, pois não existem mais vozes que se levantem contra seus maus atos e ações.
Mesmo que você esteja sozinho, continue a lutar.


Após essa reflexão, retornei rapidamente, e mudei o rolo de papel higiênico de posição. E espero que vocês também não parem de lutar, e mudem a posição de tudo que vocês acreditem estar errado. Capitular, Render-se, Jamais! Vamos mudar de posição todos os rolos de papel higiênico que forem colocados em seus suportes com a ponta para traz!


Eduardo G. Souza.

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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

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As pessoas felizes, não são felizes o tempo todo. Todo mundo tem momentos em que se sente triste, frustrado, culpado, zangado e assim por diante. As pessoas felizes apenas retornam mais facilmente a um estado de alegria. Todos nós podemos nos sentir negativos em algum momento de nossas vidas, mas tente se recuperar e viver o momento, e se alegre com tudo que você faz e vive.

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MENTIRAS VIRAM VERDADES?

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"Mentira repetida vira verdade; os ingênuos acreditam, e os interessados e oportunistas fingem acreditar" – Rubem Paes.

Se você repetir uma mentira muitas vezes, as pessoas começam a acreditar que é a verdade.
Nada fere mais as pessoas que uma mentira. Uma pesquisa universitária recente informou que 68 por cento das mulheres admitem que mintam sobre o peso e a idade. Pesquisas também universitárias indicam que em uma discussão média de 10 minutos, 60 por cento das pessoas mentem cerca de três vezes. Porque a nossa cultura nos dá a luz verde para mentirinhas. Chamamos essas enganações de "mentirinhas". Anunciamos que estes tipos de mentiras não fazem nenhum dano e que "todo mundo mente um pouco". Nós nos convencemos de que não há problema em mentir e quebrar as regras, se não estamos ferindo a nós mesmos ou os outros. Além do mais, como sociedade, estamos muito abertos sobre a nossa crença de que a verdade é relativa. É realmente um mito dizer que pequenas mentiras ou meias verdades são toleráveis. Pelo menos para a maioria dos homens as pequenas mentiras não apenas ferem, como se transformam em mentiras maiores e, finalmente, em grandes problemas para os alvejados.


A maioria das pessoas provavelmente enfrenta a difícil escolha de ser honesto ou alterar a verdade. Contudo é demasiado frequente, as pessoas escolherem contar mentirinhas ou meias verdades, principalmente quando estão envolvidos seus interesses particulares ou objetivos, mas finalmente, um dia, terão que lamentar tais decisões, quando o balão criado pelas suas mentiras explodir, transformando-se em um pesadelo as suas consequências. Dizer a verdade será sempre melhor para sua vida no longo prazo, porque a verdade sempre vem à luz, e não é uma imagem bonita a do mentiroso. "O lábio da verdade permanece para sempre, mas a língua mentirosa dura só um momento."


A verificação do Fato noticiado é um elemento vital para o jornalismo.
Em geral as entidades ou pessoas não se dão ao trabalho de verificar se os fatos ou eventos de que eles estão falando são verdadeiros. Contam que depois de descobrir a fonte que estava espalhando uma desinformação sobre sua atuação, rapidamente o Senhor X escreveu a Entidade para lhe dizer que sua afirmação sobre o fato foi incorreta. O Senhor X solicitou a Entidade que reconhecesse publicamente que não havia, de fato, nenhum fundamento na notícia. A Entidade não cumpriu o solicitado. A Entidade mais tarde, admitiu em privado, que ela tinha cometido um erro, e quando o Senhor X perguntou ao representante se a Entidade tinha emitido uma retração, este disse: "Oh, sim." Mas quando o Senhor X pediu uma cópia, o representante da Entidade disse: "Oh, eu, uh, disse a algumas pessoas". A Entidade, no entanto, nunca emitiu uma retratação formal de sua distorção.
Será que uma entidade da mídia, controlada por umas poucas pessoas mal intencionadas, tem a capacidade de sobrepujar todas as vozes concorrentes e os fatos reais, e seja capaz de transformar a mentira em verdade?


Tal como os truques circenses repetidos várias vezes, uma mentira repetida vira uma verdade.
Cada vez que um adversário adquire alguma notoriedade ou reconhecimento, de imediato lhe é atribuído um fato reprovável ou arriscado até, lhe indicar um comportamento pecaminoso. Como não temos a capacidade de pensar como eles, falta-nos a imaginação para prever suas ações, mas temo que tudo será possível para eles alcançarem seus objetivos escusos. Para transformar suas mentiras em verdades eles podem usar a Internet, a mídia, etc., para alcançar os seus objetivos eles mentem, caluniam, acusam, comprometem a liberdade e o pior, essa ralé com facilidade se infiltra e domina corpos importantes de Instituições do Movimento Cívico Social.


Eduardo G. Souza.

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sábado, 6 de novembro de 2010

DIA DA CULTURA

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Cultura (do latim cultura, decorrentes de colere, que significa "cultivar") é um termo que tem vários significados. No entanto, a palavra "cultura" é mais comumente usada em três sentidos básicos: - A excelência da aspiração pelas belas artes e humanidades, também conhecida como alta cultura; - Um padrão integrado de conhecimentos humano, crenças e comportamentos que depende da capacidade de assimilação do pensamento simbólico e da aprendizagem social; - O conjunto de atitudes, valores, objetivos e práticas que caracterizam uma instituição, organização ou grupo.

Quando o conceito surgiu pela primeira vez na Europa do século XVIII, conotava um processo de cultivo ou de melhoria, na agricultura ou horticultura. No século XIX, veio à primeira referência para a melhoria ou aperfeiçoamento do indivíduo, especialmente através da educação e, em seguida, para o cumprimento das aspirações nacionais ou ideais. Só em meados do século XIX, alguns cientistas usaram o termo "cultura" para se referir à capacidade humana universal de criar e alterar a natureza, objetivando mudar o curso da história.

No século XX, a "cultura" surgiu como um conceito central da antropologia, abrangendo todos os fenômenos humanos que não são puramente resultado da genética humana. Especificamente, o "termo" cultura na antropologia tem dois significados: - a capacidade humana que evoluiu para classificar e representar experiências com símbolos, e agir com imaginação e criatividade; - as distintas maneiras que as pessoas que vivem em diferentes partes do mundo têm de classificar e representar as suas experiências, e de atuarem de forma criativa.

5 de Novembro - O Dia Nacional da Cultura Brasileira foi instituído através da Lei Federal nº 5.579, de 19 de maio de 1970, e celebra o nascimento de um dos mais importantes personagens da História do Brasil - Rui Barbosa, maçom, intelectual, jurista, político e jornalista, que nasceu em 5 de novembro de 1849.

A trajetória desse brasileiro registra não só sua inteligência privilegiada, mas também sua grande capacidade de trabalho. Participou de todas as grandes questões de sua época e da própria fundação da República. Liberal nato, orador e estudioso da língua portuguesa, foi presidente da Academia Brasileira de Letras em substituição a Machado de Assis. Sua produção intelectual é vastíssima, representou o Brasil com brilhantismo na Segunda Conferência Internacional da Paz, em Haia.


A cultura brasileira é tão diversa que não se pode falar dela em apenas um dia. Apesar disso, 5 de novembro foi escolhido para festejarmos as diversificadas manifestações culturais de nosso País.

O Brasil, como sabemos, é um país de formação multirracial e por isso carrega um pouco do costume de cada povo que aqui veio viver. Dos negros, herdamos algumas manifestações religiosas, a capoeira, parte do nosso vocabulário e muito do nosso folclore. Dos índios, herdamos o artesanato, a pintura, comidas exóticas e a muitos hábitos comportamentais. Dos portugueses, ficamos com a crença católica, costumes alimentares, a língua, as roupas.

Essa mistura toda não se deu de maneira pacífica, mas sim por meio da dominação cultural e da escravização de índios e negros. No entanto, características culturais de todas as etnias sobreviveram ao tempo e hoje compõe a nossa enorme riqueza cultural.


Portanto, temos muito que comemorar hoje, nossos valores sociais, nossas crenças, os costumes do povo brasileiro, nosso folclore, nossas comidas e nossas músicas são neste sentido, as grandes representações das peculiaridades da cultura do nosso país.


Eduardo e Lígia G. Souza.

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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O Rio que Encanta - por Gente de Talento

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Trata-se de um livro da Editora Gama Filho, coordenação de Maria Aparecida Martins Reis.


O Rio de Janeiro e seus Jovens Admiradores.

As dificuldades que todos nós, habitantes do Rio, enfrentamos nos últimos anos, poderiam nos induzir á opinião pessimista de que o presente é desestimulante e o futuro, muito incerto.
No entanto, sabemos perfeitamente que outras cidades enfrentaram problemas semelhantes ou até mais graves, aceitaram o desafio e o superaram brilhantemente.
Como historiadora e professora de história tenho a obrigação de procurar entender os fenômenos sociais em seus diferentes ritmos temporais - isto é, no curto, médio e longo prazo. E essa experiência me mostra claramente que os problemas do tempo presente precisam ser percebidos em escala temporal mais larga. Se cotidianamente vivemos no curto prazo, este momento, entretanto, é o entrecruzamento de diferentes ritmos que vêm do passado e se projetam para o futuro.
Nessa perspectiva, as dificuldades se relativizam e as soluções aparecem com mais clareza.
O Rio de Janeiro, como Nova Iorque e outras tantas cidades, possui um enorme potencial, que lhe permitirá resolver seus problemas com inteligência, vontade e habilidade.
O primeiro e mais importante aspecto desse potencial é o amor daqueles que aqui vivem pela cidade, em todas as suas dimensões: a natureza, as realizações dos homens, as pessoas. Tudo o que, reunido, constitui a identidade de uma urbe.
A direção e o corpo técnico do Colégio Gama Filho fizeram muito bem em definir como tema no concurso literário do ano de 2008 a cidade do Rio de Janeiro. Com essa iniciativa, conseguiram exatamente fazer aflorar, entre os alunos das diferentes séries, o amor que todos sentimos – nascidos aqui ou não - pelo Rio de Janeiro.
Os diferentes textos aqui publicados - coletivos e individuais, sintéticos e extensos, prosa e poesia – foram premiados não apenas por sua qualidade, mas pelo sentimento que neles transparece.
Um sentimento, que traduz a sensibilidade de todos nós, de amor pela cidade do Rio de Janeiro.
Um sentimento que se fundamenta na identidade da Cidade Maravilhosa, pela sua natureza, pelas obras da engenharia humana, pela sociabilidade das pessoas.
Um sentimento que é a garantia de que, tendo um belo passado e um presente com enorme potencial, o futuro nos trará paz, prosperidade e, sobretudo, felicidade.
Parabéns aos alunos e alunas que atenderam ao chamado dos professores e produziram resultados tão belos como os publicados neste livro: é com sentimentos como os que vocês demonstraram em seus trabalhos que se constrói a alma de uma cidade.

Rio de Janeiro, novembro de 2008.

Maria José M. Cavalleiro de Macedo Wehling

Coordenadora do Curso de História e das Licenciaturas da Universidade Gama Filho



A seguir transcrevemos o texto premiado no Concurso Literário do Colégio Gama Filho de autoria de nossa Neta - Júlia Souza de Pinho - e publicado no livro.


CIDADE MARAVILHOSA E ENCANTADA

Rio de Janeiro, cidade maravilhosa
Tua beleza encanta a todos
Cidade do turismo
Cristo Redentor, Maracanã
Pão de açúcar, bondinho
Tuas praias
Todos querem conhecer!

Tu és encantador!
Vamos eliminar o ódio e o rancor
Para essa cidade maravilhosa
Ficar cheia de amor.

Vamos preservar o Rio
Para ele ficar ainda mais belo
Imagine-o sem violência
Sem reportagens na televisão
De crianças e adultos morrendo
Bandidos presos, crianças abandonadas e sequestradas
Todos iriam admirar mais ainda se não houvesse isso.

Vamos mudar!
E mudar para melhor!
Imagina tudo lindo
Por você, Rio, só sentirei amor!

Júlia Souza de Pinho.



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Presidenta ou Presidente?

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Etimologicamente, presidente é aquele que preside, que lidera (do latim pré- "antes de" + sedere "sentar", dando o termo praeses, palavra latina que significa "sentado na frente ou a cabeça"). Originalmente, o termo se refere a quem preside uma cerimônia ou reunião, mas hoje comumente se refere a um cargo oficial. Hoje em geral, presidente é o título comum para os chefes de estado da maioria das repúblicas, se popularmente eleitos, escolhidos pelo legislativo ou por um colégio eleitoral especial. Também é frequentemente adotado por ditadores.



Os substantivos podem declinar em gênero. Os substantivos apresentam dois gêneros: masculino e feminino. Substantivos biformes: são aqueles que apresentam duas formas para a indicação de gênero. Substantivos terminados em –"e" trocam por –"a": parente – parenta, mestre – mestra e, portanto, presidente – presidenta. Mesmo que o uso de formar femininos com –"enta" dos substantivos terminados em –"ente", como presidenta, almiranta, infanta, seja pouco generalizado, não está errado.

Além disso, não houve qualquer questionamento com a flexão dos substantivos: ministro – ministra, senador – senadora, deputado – deputada, etc. Portanto, o substantivo que designa o cargo deve concordar em gênero com a pessoa que exerce a função. Assim, de acordo com o bom senso gramatical, os substantivos designativos de cargos e funções públicas devem flexionar em gênero, uma forma para o masculino, outra para o feminino.

Registra o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa da Academia Brasileira de Letras, que é o veículo oficial para dirimir dúvidas acerca da existência ou não de vocábulos em nosso idioma, a palavra "presidenta" como um substantivo feminino, o que implica dizer que seu uso está plena e oficialmente autorizado entre nós. Pode-se dizer, portanto, "a presidente" ou "a presidenta".


Lígia G. Souza.
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sábado, 30 de outubro de 2010

Mais uma vez Tiririca.

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Essa foi à melhor justificativa que ouvi para alguém votar no quase Exmo. Sr. Tiririca, só falta ele provar que não é analfabeto.



Um entrevistado por uma repórter de uma Emissora de TV de São Paulo, questionado em quem votaria em Deputado Federal, afirmou que votaria no Tiririca.

A repórter questionou o voto do cidadão, considerando sua aparência, ele usava blazer e gravata, afirmando ser ele possivelmente uma pessoa esclarecida.

Ao que o cidadão respondeu: "estou cansado de votar em políticos que me fazem chorar, por isso vou votar em quem pelo menos me faz rir!"


Mas, quem sabe um dia .................








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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

OBRIGADO PROFESSOR

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Essa história dizem ser verdadeira e teria acontecido há alguns anos na UFF. Um Professor de Biologia, que todos acreditavam ser um ateu convicto, semestre após semestre apresentava a teoria desenvolvimentista da criação do Homem.

Os estudantes tinham medo de discutir com ele por causa da sua lógica impecável. Por vinte anos ele ensinou às turmas a teoria científica da criação da vida, e nunca ninguém teve coragem de ir contra ele. Claro que alguns discutiam entre eles, mas nunca ninguém tinha realmente ido contra ele.

Ninguém iria contra ele porque ele tinha uma grande reputação. No final de cada semestre, no último dia de aula, ele questionava a turma: "Se alguém aqui ainda não acredita na teoria científica da criação da vida, levante-se!" Em 20 anos ninguém ousou levantar-se. Eles sabiam que ele podia reprová-los, e calavam-se.

Ele então balançava a cabeça e dizia: "É, realmente, quem acredita em Deus é um tolo!" Alguns alunos pensavam que Deus realmente poderia não existir. Certamente, alguns crentes em Deus não teriam aceitado, mas em 20 anos, todos tiveram medo de ficar em pé.

Um dia, houve um aluno cristão que teve de inscrever-se na disciplina. Ele sendo cristão, tinha ouvido as histórias sobre esse Professor. Ele teve que inscrever-se na classe do professor por causa do horário e a disciplina era necessária em sua grade curricular, mas ele estava com medo. Por quatro meses do semestre ele orou todas as manhãs, ele pedia coragem para levantar-se, ele teria que ter coragem para se levantar, não importava o que o professor falasse ou o que a turma pensasse. Nada seria capaz de abalar sua fé, ele esperava.

Finalmente chegou o dia. O Professor disse: "Se há alguém aqui ainda acredita em Deus, levante-se" Ele se levantou! O professor e os alunos todos olharam para ele na parte de trás da sala. O Professou questionou: "Você ainda acredita em Deus?" O aluno respondeu: "Sim, eu acredito em Deus!"

O Professor encaminhou-se para o fundo da sala, próximo ao Aluno o questionou mais uma vez: "Após tudo o que estudamos você ainda acredita em Deus?" O Aluno balançou afirmativamente e disse: "Sim Professor, eu ainda acredito em Deus!"

O Professor abraçou emocionado o Aluno e disse: "Em 20 anos, enfim encontrei alguém que tem tanta fé como eu, pois mesmo sendo professor de biologia, sempre acreditei em Deus! Só em estarmos aqui abraçados comungando nossa fé, mesmo depois de tudo que lemos e estudamos da teoria científica, já é uma prova de sua existência. Pois mesmo que tudo tenha se desenvolvido, houve uma inteligência que planejou e coordenou esse desenvolvimento, não existe o acaso"

E finalizou: "Ninguém ensina nada a ninguém, o conhecimento está à disposição de todos, o verdadeiro professor apenas conduz o discípulo na busca da verdade, sempre aceitando que cada homem pode chegar a sua verdade, mas exulta de alegria quando o Aluno a alcança e se engrandece quando essa verdade também é a sua!"

Deus existe e é o nosso maior Mestre, o Mestre de todos nós, pois nos ensina a viver, aceitando nossos erros e nossas falhas como somente um grande Mestre é capaz de fazê-lo.

Salve o dia dos Mestres.

Eduardo G. Souza.
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

CARTA DOS DIREITOS DOS USUÁRIOS DA SAÚDE

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Esta carta serve para os usuários conhecerem os seus principais direitos quando procurar atendimento em uma unidade de saúde. Estes direitos estão assegurados por desde 1990.
Em caso de dúvidas procure um exemplar completo da Carta dos Direitos dos Usuários da Saúda na UPA mais próxima.
RECLAMAÇÕES - DISQUE SAÚDE - 0800 61 1997.


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domingo, 10 de outubro de 2010

TUDO TEM UM LIMITE

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Um peixe estava nadando feliz em um aquário colocado na sala de uma bela casa. Ele foi viver no aquário há poucos meses, desde que a proprietária o comprou em uma loja de peixes. A proprietária era uma mulher boa que cuidava muito bem dos peixes e o alimentou muito bem. O peixe tinha engordado com todo o alimento agradável que vinha sendo alimentado. O peixe estava feliz por viver no aquário, porque o que ele mais gostava era de encher o estômago com toda aquela comida deliciosa. Na maioria das vezes, gastava o seu tempo descansando no fundo do aquário, esperando a hora da alimentação.

Um dia, uma vizinha e seu filho vieram visitar a mulher em sua casa. O filho da vizinha foi atraído para o peixinho gordinho. Ele passou perto dele e, levemente, bateu no vidro do aquário para fazer o peixinho preguiçoso nadar, mas isso não aconteceu.

"Por que você não está nadando?" Perguntou o menino ao peixe.

A dona do aquário se aproximou do garoto e disse: "Você tem que alimentá-lo para torná-lo feliz e ele vai nadar."


Ela deu uma lata de comida de peixe para o menino e saiu para fazer um café para as visitas.

O menino ficou encantado e começou a alimentar o peixinho. O peixe estava tão feliz que começou a fazer todos os tipos de estilos de natação. O menino ficou animado e começou a atirar cada vez mais alimento, e garantiu que não sobrasse um único pedaço de comida.

Isto continuou até que de repente, o peixinho se sentiu sonolento e não podia mais ver claramente. Seu corpo tornou-se extremamente pesado. Ele começou a perder o equilíbrio e caiu lentamente para o fundo do aquário. Ele sofreu um pouco e acabou morrendo.

Esta é apenas uma história que eu lembrei, mas vários meninos mataram acidentalmente um peixe por superalimentação. É um fato que os peixes podem morrer devido à superalimentação. Tudo tem um limite!


A razão pela qual eu escrevi isso é porque a maioria das pessoas esquece-se dos limites, e estão dispostas a continuar e continuar, dia após dia, quando eles não encontram barreiras para as suas ações e atitudes. Continuam porque não são capazes de ter a sensibilidade de sentir quando estão ultrapassando os limites da tolerância e da brandura dos outros.


Você não deve pensar que o outro vai se sacrificar a tudo. Existe um limite. Além disso, acredito que o outro poderá concluir estar fazendo sacrifícios para as coisas erradas.

Acho que você precisa deixar de pensar um pouco em si mesmo, e se colocar no lugar do outro.

Eu sempre pensei que havia um limite em tudo na vida, de qualquer jeito a história mostra que esse limite existe, e que se ultrapassado pode trazer sérios dissabores. Então, em tudo existe um limite, isto é uma realidade!


Espero que o que eu aqui escrevi seja primeiro um conselho para mim mesmo, e não venha permitir que meus interesses venham esgotar todos os limites de alguém. Somos seres humanos e nossos sentimentos e limites precisam ser respeitados. Acredito que nós não queremos machucar os outros, mas não respeitar seus limites pode ser muito doloroso. Se não pararmos no momento correto, poderemos ter de parar para sempre. Pois tudo tem um limite! There is a limit to everything! E ultrapassá-los pode ser perigoso. Nunca devemos subestimar os limites do outro.

Eduardo Gomes de Souza.
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