Liberdade.

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Um grande abraço.
Eduardo G. Souza e Lígia G. Souza.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Os Efeitos Devastadores da Alienação Parental.


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Dentro da nossa proposta de trazer informações que possam auxiliar na compreensão e no debate desse interessante tema, para conhecer os efeitos devastadores da Alienação Parental, vocês devem começar reconhecendo os comportamentos mais comuns da AP.

Vocês vão notar que muitos dos comportamentos ou atitudes estão enfocados no pai, a razão disso já foi apresentada anteriormente e está centrada na organização da estrutura social humana, onde a mulher, em geral, é responsável pelos cuidados e zelo da prole.

Quando a criança apresenta ódio e vilipendia um dos pais, devemos observar com atenção especial o caso, pois esta é uma condição favorável para a presença da Síndrome de Alienação Parental.

Não se apavore ou entre em pânico, se ao ler a lista abaixo, você perceber que alguns de seus atos e/ou comportamentos foram alienantes, em vez de se horrorizar ou se culpar, deixe a lista sensibilizar você, ajudar a mudar seu comportamento e o que você está fazendo ou dizendo a seu(s) filho(s) sobre o outro cônjuge.


1. Não dar às crianças opções quando elas têm escolha sobre as visitas. Não permitir que a criança decida, por si mesmo, quando quer ser visitada, e existindo uma ordem judicial, dizer à criança que não há escolha, tem que ser na data e hora determinadas, recusando-se a ser flexível com o dia e horário de visitação, a fim de responder às necessidades da criança ou do pai, isso pode levar a criança para o conflito. A criança geralmente culpa o cônjuge não residencial por não ser capaz de cumprir o determinado ou acordado, e escolher não visita-la. Essa falta de flexibilização de data e horário, sem razão plausível, transforma o pai em vítima, pois independentemente do que acontecer, ele não sendo capaz de ver seus filhos ou se vê-los rapidamente, as crianças ficarão com raiva e não compreenderão os motivos da ausência. O genitor alienador pode também agendar para a criança tantas atividades que ao outro progenitor não é dado o tempo para visitar a criança. Claro que, quando dos protestos do pai alvo, ele é acusado de só se importar com seus problemas e ser egoísta.

2. Contar a criança "tudo" sobre as falhas no relacionamento conjugal ou as razões para o divórcio, a criança receberá uma carga de informações que poderá fugir a sua compreensão e sob o sentimento de apenas um dos lados da questão, isso é alienante. Os pais geralmente argumentam que "apenas querem ser honestos" com seus filhos, esta prática, no entanto, é destrutiva e dolorosa para a criança, que poderá não ter maturidade para compreender todos os aspectos envolvidos na questão. O motivo, em geral, alegado pelo genitor alienador é que agindo dessa forma a criança vai pensar menos no outro progenitor, e sofrer menos com sua ausência.

3. Recusar-se a reconhecer que as crianças têm propriedades, roupas, brinquedos, etc., e que podem querer transportar seus pertences entre residências. Em geral essa atitude proibitiva é justificada pela alegação da falta de cuidado com os pertences da criança pelo outro genitor. Mas, consciente ou inconscientemente, é uma busca para criar uma barreira entre os dois ambientes que a criança frequenta, na expectativa que ela se sentirá melhor em sua casa.

4. Resistir ou recusar-se a cooperar, não permitindo o acesso do pai aos registros médicos, a escola e suas atividades curriculares ou aos horários das atividades extracurriculares.

5. Culpar o outro progenitor pelos problemas financeiros, acusá-lo de estar quebrando a família, responsabilizá-lo pelas mudanças no estilo de vida. Lembre-se que quando você decidiu ou teve que aceitar o divórcio, a renda familiar fatalmente seria afetada, você deveria e deve ter consciência disso. A solução é a busca de novas fontes de renda ou a adaptação à nova realidade.

6. Acusar o ex-cônjuge de ter um(a) namorado(a) abandonando a família anterior. Lembre-se a vida continua, e todos têm direito a uma nova oportunidade. A vida só termina com a morte!

7. Supor que por o cônjuge ter sido fisicamente ou emocionalmente violento com o outro, ele vai agredir a criança. Este pressuposto nem sempre é verdade. Em um litígio traumático a emoção suplanta a razão, e pessoas que nunca se poderia supor, podem assumir um comportamento extremamente violento.

8. Pedir à criança para escolher um dos pais em detrimento de outro, isso provoca um sofrimento considerável à criança. Normalmente, ela não quer rejeitar um dos pais, pelo contrário ela quer amar os dois, mas em vez disso ela sofre tanta pressão que não tem como evitar a questão.

9. Ser permissivo excessivamente, a criança vai ficar irritada com o pai que cobrar disciplina. Isso é normal, principalmente, quando o pai não for capaz de dizer "não" ou não mantiver a disciplina, permitindo a criança fazer o que quiser. Se por qualquer motivo, a criança demonstrar uma raiva excessiva quando não lhe é permitida satisfazer suas vontades, você pode suspeitar de alienação parental. Desconfie quando a criança calmamente disser que “com papai ou mamãe não seria assim”, ela consegue lembrar todas às vezes que ficou feliz em ter suas vontades atendidas, mesmo que sejam inconvenientes. Atenção quando por qualquer motivo fugaz ela disser: “eu não gosto (mais) de você”.

10. Quando um dos pais desenvolve segredos, cria sinais especiais ou palavras com significados específicos, para serem usados na presença do outro, evitando a compreensão do que está sendo dito ou compartilhado entre a criança e um dos pais. “Olha nosso segredinho”, piscadelas, trejeitos e frases sem significado claro, podem ser um sintoma de que um dos cônjuges está escondendo alguma coisa do outro. A exigência de encontros privados ou conversas em particular, exigindo a ausência do outro cônjuge, a interrupção brusca de uma conversa com a aproximação do outro, podem ser sintomas de uma alienação em curso.

11. Quando um dos pais usa a criança para espionar secretamente ou reunir informações sobre o outro cônjuge. Além de coletar informações para uso próprio, quando a criança colhe uma informação prejudicial ao outro cônjuge, usa-la para humilhar o pai vitimado. O pedido para que a criança espione a vida pessoal do outro provoca na criança considerável tensão e conflito, a criança não é alienada e quer ser leal a ambos os pais.

12. Demonstrar mágoa ou tristeza por o filho querer ficar mais tempo com o outro cônjuge, isso fará com que a criança se cerre e não queira se comunicar. Ela frequentemente se sente culpada pela tristeza da mãe e/ou entra em conflito, sem saber se é certo se divertir e ser feliz com seu pai.

13. Simular situações de risco físico ou psicológico para fingir o resgate da criança, quando, na verdade, não há nenhuma ameaça à sua segurança. Esta prática reforça na ideia da criança a ilusão de uma ameaça ou um perigo iminente, reforçando assim a alienação.

14. Fazer exigências ao outro que sejam contrárias às ordens judiciais, e levar a criança a crer que o outro cônjuge não atende a exigência porque não quer.

15. Ouvir a conversa do filho ao telefone quando ele está dialogando com o outro cônjuge. Essa atitude inibe a criança, que se sente tolhida para colocar seus sentimentos e anseios.


Bem evidente que isso é apenas uma síntese dos principais Comportamentos Alienantes por parte dos pais. O assunto, estudado em profundidade, seria objeto de um tratado sobre o comportamento alienante, mas procuramos identificar e relatar, com algumas observações críticas, o que é mais observável e sentido nos casos relatados de Alienação Parental.

Apresentamos, antecipadamente, nossas escusas se nossa pesquisa não atendeu as expectativas e se, ao acaso, nosso trabalho possa ter atingido a alguém em particular, e provocado uma reação adversa, mas, se acaso isso ocorreu, e hora de parar e pensar, o raciocínio e a lógica, são características humanas que nos diferenciam dos demais animais, e tomar uma decisão: o que eu quero para o futuro de meu(s) filho(s)!

Eduardo e Lígia G. Souza.
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Como identificar a Alienação Parental.


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QUALQUER TENTATIVA DE AFASTAR A(S) CRIANÇA(S) DO OUTRO PROGENITOR DEVE SER VISTA COMO UMA VIOLAÇÃO, DIRETA E INTENCIONAL, DE UM DOS DEVERES PRINCIPAIS DA PATERNIDADE.

A Síndrome de Alienação Parental (SAP) e a Alienação Parental (AP) aparecem nos textos legais e legislativos de vários países, e abordam os direitos dos pais e mães sobre a custódia e/ou no litígio de visitação. De fato, a alienação se está presente em casos de custódia e/ou litígio de visitação, onde a violência doméstica ou abuso contra a criança é alegado como motivo para fundamentar pedidos da mãe para limitar ou suprimir o acesso paterno ao(s) seu(s) filho(s). Apesar da síndrome de alienação parental (SAP) já ser um termo familiar, ainda há uma grande confusão e falta de clareza sobre sua natureza, dimensões, e, portanto, a sua detecção. Sua presença, no entanto, é inconfundível.

No estudo “on Child Abuse & Interpersonal Violence”, realizado pelo “National Resource Center on Domestic Violence” em 700 (setecentos) casos de divórcios de "alto conflito", ocorridos nos últimos 12 anos, concluiu-se que os elementos da AP estão presentes em 78% da amostra.

O diagnóstico da SAP é reservado para profissionais da área de saúde mental que atuam nos tribunais, na forma de peritos. Os elementos do diagnóstico geralmente são expressos em termos clínicos, que são vagos e abertos à diversas interpretações e, portanto, suscetíveis aos argumentos e contra-argumentos dos especialistas de outras áreas.

O fenômeno de um dos pais colocar a criança contra o outro progenitor não é um conceito complicado, mas historicamente tem sido difícil identificar claramente. Consequentemente, os casos envolvendo AP são fortemente contestados, cheios de acusações e contra acusações, e, assim, deixam o tribunal para uma busca incessante de detalhes do dia a dia, que, eventualmente, podem se evaporar em nada mais que boatos.

A experiência e os casos relatados têm demonstrado que o fenômeno AP deixa um rastro que pode ser identificado de forma eficaz, para tanto é necessário remover a histeria das acusações, e observar com cuidado o comportamento da(s) criança(s) em relação ao pai possível alvo, e a dependência e o apego da(s) criança(s) ao pai alienador.


As entrevistas com a(s) criança(s) deve(m) ser realizada(s) sem a presença dos pais. As questões da AP não devem ser abordadas de frente, mais conduzidas em outra direção em que possam ser identificados, através dos sentimentos expressos, atitudes e comportamentos relatados pela(s) criança(s) e pelo alienador, vestígios que levem a uma identificação positiva da SAP.

O raciocínio usado para justificar a AP pode assumir muitas formas diferentes. Os casos descritos a seguir são relativamente fáceis de se identificar no dia a dia e nos arquivos dos tribunais de família.

O alienador argumenta que o pai alvo é inferior, social, intelectual ou financeiramente, e que, portanto, a criança se comporta muito mal a partir da visita. Esta tática é fazer crer que um dos pais é superior ao outro, e, portanto, o inferior deve permanecer periférico a vida da criança. Quando isso ocorre por períodos de tempo consideráveis, a criança incorpora a mensagem muitas vezes não dita, mas clara, de que um dos pais é superior ao outro. As crianças mais jovens são mais vulneráveis a esta mensagem e tendem a aceitá-la sem crítica, no entanto, pode-se detectar que os efeitos dela ecoam até na adolescência.

Em um nível mais sutil, é comum ouvir como argumento do bloqueio da visitação, que presença do pai alvo é "inquietante" e/ou "inconveniente" para a criança, assim relegando a visitação ao status de uma missão ou tarefa, e que a criança precisa de mais tempo "para se ajustar". A mensagem aqui é que o pai alvo é visto como um membro da família de menor importância e, muitas vezes, é considerado apenas como um conhecido irritante, que a criança e obrigada a ver às vezes.

Outro fator para a detecção da AP, provavelmente o menos descrito ou identificado, mas um dos mais importantes, e a existência de uma relação positiva entre a criança e o pai alvo antes da separação conjugal, e uma deterioração substancial, dessa relação depois da separação. Dificilmente esse declínio tão acentuado irá ocorrer por conta própria. É, portanto, um dos mais importantes indicadores da presença de alienação, como também uma medida de seu parente "sucesso". A título de exemplo, se um pai tinha um bom relacionamento e envolvimento com os filhos antes da separação, e logo depois os filhos se afastam somente se pode presumir que algo causou a mudança. Se esse pai está claramente tentando manter uma relação positiva com as crianças, através da observância da visitação e outras atividades, e as crianças não querem vê-lo ou tê-lo envolvido em suas vidas, então só podemos especular que um processo de alienação pode estar em operação. As crianças naturalmente não perdem o interesse e tornam-se distantes de seu pai não residencial simplesmente em virtude da separação do pai. Portanto, qualquer mudança dramática nesta relação é quase sempre o indicador de um processo de alienação que tem tido algum sucesso.

Outra situação frequentemente comum neste contexto é qualquer necessidade de alteração da agenda, ser utilizada como razão para cancelar a visitação inteiramente. A relutância injustificada, a falta de boa vontade e a inflexibilidade da agenda, podem afastar o pai alvo e ser um indício de AP.

Em casos extremos, podem ocorrer alegações falsas ou infundadas de abuso infantil, muitas vezes até de abuso sexual, como forma de suspender a visitação. Têm sido bem estudados os incidentes de falsas alegações de abuso sexual, eles aparecem em pouco menos da metade, cerca de 40%, daqueles casos relatados na pesquisa, quando os pais se divorciaram em conflito e surgiram problemas pós-dissolução. Esta situação ocorreu especialmente com crianças pequenas, que são mais vulneráveis às manipulações implícitas em tais alegações falsas. Como o abuso físico deixa evidências visíveis, é, naturalmente, muito mais fácil acusar falsamente alguém de algo que não deixa sinal físico e não tem testemunhas de terceiros, neste caso seria o chamado de abuso emocional. Quando falsas alegações de abuso emocional são analisadas, muitas vezes se descobre que o que existe são diferentes julgamentos do que consideram estar enquadrado como "abusivo" pelos pais. Por exemplo, um pai pode deixar uma criança ficar até mais tarde, à noite, assistindo TV, para o outro progenitor esta programação pode ser considerada "abusiva" ou "prejudicial" para a criança. Ou um dos pais pode matricular a criança em uma atividade que o outro progenitor não aceita (por exemplo, dança) e o prejuízo desta atividade é, na realidade, uma diferença de opinião dos pais, que é descrita como sendo de natureza abusiva do pai alvo. Estes exemplos, não são tão triviais quanto parece, e podem ser um indício da diferença de julgamentos subjetivos e de forma inadequada. Obviamente, este tipo de animosidade é muito comum em ações de dissolução, mas tal conflito não deve necessariamente ser visto ou ser tomado como indicativo da AP, no entanto, os indícios estão claramente presentes e identificáveis quando o pai alienador está ansioso para propagar as alegações de abuso, em vez de ser cauteloso e mesmo relutante em fazê-lo.


Outro indício para a detecção da AP, reconhecidamente mais psicológico do que os anteriores, refere-se a uma reação de medo manifesta por parte da criança, de desagradar ou discordando com o pai alienante em relação ao pai alvo. Simplificando, o genitor alienante coloca em prática o ditado: "Da minha maneira ou a estrada”. Se a criança desobedece esta diretiva, especialmente na reprovação e no afastamento do pai alvo, as consequências podem ser muito graves. Não é incomum um genitor alienador rejeitar a criança, muitas vezes dizendo-lhe que ele deve ir morar com o pai alvo. Quando isso ocorre, muitas vezes a criança não percebe que esta ameaça não pode ser concretizada, no entanto, essa ameaça serve como uma mensagem de alerta constante. A criança é então colocada em uma posição de agente do genitor alienador, e está continuamente submetido a vários testes de lealdade. A questão importante aqui é que o alienador assim força a criança a escolher um dos pais. Isto, é claro, está em oposição direta ao bem-estar emocional da criança.

Ao longo do tempo, esses padrões de comportamento podem ter um efeito erosivo sério sobre a relação da criança com o pai alvo, e trazerem sérias consequências a saúde mental da criança.

No site “PaiLegal*”, http://www.pailegal.net/guarda-compartilhada/204, o Dr. Euclydes de Souza, advogado, presidente da Apase Rio de Janeiro e PaiLegal, lista as seguintes frases que devem ser cuidadosamente analisadas, principalmente quanto a sua frequência, na relação pai residente e criança em uma situação de separação ou divórcio traumático:

• ...”Cuidado ao sair com seu pai . Ele quer roubar você de mim”...

• ...”Seu pai abandonou vocês “...

• ...”Seu pai não se importa com vocês”...

• ...”Você não gosta de mim! Me deixa em casa sozinha para sair com seu pai”...

• ...”Seu pai não me deixa refazer minha vida”...

• ...”Seu pai me ameaça , ele vive me perseguindo”...

• ...”Seu pai não nos deixa em paz, vive chamando no telefone”...

• ...”Seu pai tenta sempre comprar vocês com brinquedos e presentes”...

• ...”Seu pai não dá dinheiro para manter vocês”...

• ...”Seu pai é um bêbado”...

• ...”Seu pai é um vagabundo”....

• ...”Seu pai é desprezível”...

• ...”Seu pai é um inútil”...

• ...”Seu pai é um desequilibrado”...

• ...”Vocês deveriam ter vergonha do seu pai”....

• ...”Cuidado com seu pai ele pode abusar de você”...

• ...”Peça pro seu pai comprar isso ou aquilo”...

• ...”Eu fico desesperada quando vocês saem com seu pai”...

• ...”Seu pai bateu em você , tente se lembrar do passado”...

• ...”Seu pai bateu em mim, foi por isso que me separei dele”...

• ...”Seu pai é muito violento, ele vai te bater”...

Nesta questão uma palavra deve ser dita sobre o uso de especialistas em tribunais de família. Primeiro, deve-se compreender que nem todos os profissionais de saúde mental estão preparados e sabem como lidar com o fenômeno da AP e a SAP. Na verdade, quando um profissional de saúde mental não está familiarizado com a AP e é chamado a opinar sobre o acesso a visitação e/ou custódia, ou situações relacionadas, ele potencialmente poderá fazer mais mal do que bem no processo. Por exemplo, se o psicólogo não investigar a relação anterior à separação do pai não residencial com o(s) filho(s), ele pode muito facilmente confundir a aspereza atual da relação como uma reação natural ao pai ausente, e recomendar que a(s) criança(s) deve(m) ter menos visitação desse pai, obviamente não foi investigada ou diagnosticada uma possível AP que pode estar em andamento. Se o profissional também não avaliar criticamente as alegações de abuso ou as atitudes e o comportamento do requerente, ele pode novamente não potencializar uma AP não diagnosticada e emitir um parecer inadequado. Também, se o profissional não conhecer às sutilezas do acesso e estiver preparado para o contato com o alienador, e analisar criticamente os seus declarados motivos, ele pode potencialmente apoiá-lo, contribuindo assim para o processo de AP. Quando estas coisas acontecem, o profissional de saúde mental torna-se parte do AP, ainda que inconscientemente. Assustadoramente, isso acontece com frequência. Nos casos suspeitos de AP, o advogado deve procurar conhecer o currículo do perito, e acompanhar de perto e avaliar cuidadosamente o trabalho de investigação do profissional de saúde mental e suas conclusões. Caso o advogado não faça isso, poderão ocorrer danos irreparáveis ao caso, e, finalmente, para a(s) criança(s).

Eduardo e Lígia G. Souza.
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domingo, 15 de janeiro de 2012

Discussão do Divórcio.

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A Emenda Constitucional Nº 9, de 28 de junho de 1977, deu nova redação ao § 1º do Art. 175 da Constituição Federal, passando a vigorar com a seguinte redação: "§ 1º - O casamento somente poderá ser dissolvido, nos casos expressos em lei, desde que haja prévia separação judicial por mais de três anos". Assim o divórcio tornou-se possível no Brasil.

A Lei Nº 6.515, de 26 de dezembro de 1977, regulamentou os casos de dissolução da sociedade conjugal e do casamento. Em seu Art. 2º, ela reconheceu que a Sociedade Conjugal termina: “I - pela morte de um dos cônjuges; Il - pela nulidade ou anulação do casamento; III - pela separação judicial; IV - pelo divórcio.” E no Parágrafo Único desse artigo é determinado que: “- O casamento válido somente se dissolve pela morte de um dos cônjuges ou pelo divórcio.” O Art. 25 dessa Lei determinava que a conversão em divórcio da separação judicial dos cônjuges, somente ocorreria após mais de três anos da separação, para atendimento ao exarado na Emenda Constitucional Nº 9.

A Lei Nº 8.408, de 13 de fevereiro de 1992, em seu Art. 1° alterou os dispositivos da Lei N° 6.515, determinando que a separação judicial também possa ser pedida se um dos cônjuges provar a ruptura da vida em comum há mais de um ano consecutivo, e a impossibilidade de sua reconstituição.

A Emenda Constitucional Nº 66, promulgada em 13 de julho de 2010, contém apenas um único artigo, que promoveu a alteração do § 6º do Art. 226 da Constituição Federal, que passou a ter a seguinte redação: “o casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio”, extinguindo o requisito de prévia separação judicial por mais de um ano ou a exigência de separação fática por mais de dois anos para a concessão do divórcio. A emenda promete agilizar processos judiciais, que antes demoravam mais de um ano para serem finalizados, com menos burocracia e mais eficiência. Esses são os fatores que caracterizam a nova lei do divórcio 2011.


Há mais de 30 anos foi aprovada a lei que tornava o divórcio possível no Brasil, uma emenda que revolucionou a condição de vida dos casais e acabou com os matrimônios que não davam certo. No entanto, o processo judicial para separação se revelava lento, burocrático e minucioso, tornando demorada a efetivação do divórcio.

Nos últimos tempos a sociedade vem se conscientizando que os pais devem ter um papel mais ativo na criação dos filhos. As mulheres estão indo mais para o trabalho, para a universidade e estão seguindo carreiras profissionais como nunca antes.

Com essa mudança os pais começaram a se envolver mais nos cuidados do dia-a-dia de seus filhos do que acontecia nas gerações anteriores. A rigidez sobre os papéis dos pais começou a mudar, a doutrina de que os cuidados da criança nos anos tenros, que era uma virtude da mulher, era responsabilidade da mãe da criança, e que por ser o pai superior não deveria se envolver, pouco a pouco foi caindo por terra.

No início dos anos 80, com a promulgação da lei do divórcio, qualquer pessoa que quisesse sair de um casamento estava livre para fazê-lo, houve então uma proliferação de divórcios. Alguns chamaram a Lei do Divorcio de "Lei da nenhuma culpa".

Depois da desintegração familiar, muitos pais queriam continuar a estar envolvidos com os cuidados de seus filhos. De repente, eles descobriram que dificilmente teriam o direito legal de ter a custódia de seus filhos, a menos que a mãe concordasse e abrisse mão dessa custódia, pois historicamente os tribunais privilegiavam as mulheres na guarda dos filhos, principalmente aqueles em idades tenras.

Após várias batalhas judiciais e aos esforços de pais que não concordavam com o afastamento de seus filhos, surgiu à figura da guarda conjunta, os tribunais passaram com sucesso a adotar a guarda conjunta da prole.

A guarda conjunta é vista como a melhor maneira de lidar com o problema em evolução, de como lidar com a guarda dos filhos. Acredita-se que isso leva a menos lutas pela guarda dos filhos, porque dá oportunidades mais iguais aos pais. Estas decisões ajudam a nivelar as responsabilidades dos pais.

A maioria dos pais e mães deram boas-vindas à guarda conjunta. Mas como acontece com qualquer tendência, existe sempre um grupo que é contrário. Para muitos a guarda dos filhos ainda é uma questão altamente traumática, e usada para ferir o outro cônjuge. Assim, o alto nível de disputas permaneceu e até se intensificou no começo da década de 90.

No entanto na maioria dos casos a presunção de que a mãe conhece melhor a criança, foi substituído pela ideia de que os interesses da criança é o mais importante, e que a guarda conjunta é o melhor para ambos os pais e a criança, pois não a afasta de nenhum dos dois.

A partir da última década, os tribunais começaram a ignorar cada vez mais sexo para determinar a custódia da criança. Isto afastou a alocação automática dos direitos de custódia completa para a mãe. Os tribunais passaram a optar primeiro pela custódia compartilhada, e se isso não fosse possível, passaram determinar à guarda para o pai, quando este está mais interessado e é mais capaz, para atender melhor aos interesses da criança.

A maioria dos pais é capaz de compartilhar a guarda dos filhos, e eles resolvem as questões de acolhimento e cuidado das crianças de uma forma amigável.

Um grande número de mulheres foi até aliviadas em ter os pais participes na infância de seus filhos, o que lhes permitiu perseguir seus objetivos de vida pessoais, que envolvem em geral sua educação e uma carreira profissional.

No entanto, quando não há uma solução amigável para a guarda, os pais atingem níveis de beligerância, que além de fugir ao nível da racionalidade, causam traumas que acabam afetando de forma patológica os filhos. As contendas ficam ainda maiores quando o sistema legal é usado para resolver esses difíceis problemas. A beligerância legal afasta cada vez mais os oponentes, que passam a lançar mão de qualquer recurso disponível, moral ou não, para alcançar a vitória. Em casos extremos, a alienação do afeto de uma criança contra um dos pais torna-se prática nessa encarniçada batalha, o que aumenta a intensidade do conflito, e pode provocar danos irreparáveis a saúde mental da criança. A criança passa a ser usada como uma arma por um dos cônjuges para atingir o outro, sem a preocupação com o que poderá ocasionar no futuro a criança essa ação temerária.



Eduardo e Lígia G. Souza. 
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Síndrome de Alienação Parental

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Existem dois aspectos distintos da SAP: o médico e o jurídico.

Sob o ponto de vista médico a SAP é uma forma de abuso emocional infantil.

Pais em separações hostis geralmente desenvolvem depressão, raiva e podem chegar às agressões verbais e/ou físicas. A resultante destes sentimentos hostis é a transformação do amor em ódio, e uma total falta de comunicação e interação entre os conjugues. Tudo isso se estende aos filhos através dos pais, que não conseguem encobrir ou ocultar o litigio e suas consequências.

Como um problema médico, está intimamente relacionado com as falsas alegações de um dos pais sobre o comportamento e atos praticados pelo outro, chegando, em casos extremos, a alegações de abuso sexual contra a criança. Todos os subterfúgios são usados para eliminar o contato de um dos pais com a criança. A criança, como na “Síndrome de Estocolmo", se transforma em “refém” emocional, e o medo da mãe leva a criança a obedece-la incondicionalmente como um meio de sobrevivência, desenvolve um sentimento de lealdade cega e aumenta a identificação afetiva e emocional com a mãe. Existe também o risco da "Síndrome da Falsa Memória", mediante a qual a criança pode ser instilada a desenvolver falsas memórias do comportamento e atos praticados pelo pai.

Embora reconhecida pelos tribunais, raramente sua prática é combatida, porque, sendo uma forma de abuso emocional, é muito difícil de detectá-la e defini-la, primeiro porque a vítima, a criança, não a contesta e, em geral, o Serviço Social não está preparado para detectá-la. As outras formas de abuso infantil como: físico, sexual e de negligência, são facilmente identificadas pelos peritos. O abuso emocional, no entanto, exige uma formação adequada e uma sólida experiência em comportamento humano pelo profissional da área de saúde mental, sendo muito difícil ser registrado e corrigido.

No aspecto jurídico a Alienação Parental deve ser entendida e combatida com um crime. Pois como os Crimes de Ódio, que incitam o ódio com base na etnia, religião, credo ou opção sexual, a Alienação Parental incita a criança ao ódio e a repulsa contra um dos genitores. Ela deve ser considerada um crime grave, que tem sua base no "abuso emocional" de incapaz. Uma ação mais efetiva e atenta dos tribunais impediria que a Alienação Parental continuasse existindo e sendo usada como uma brecha na lei.


Eduardo e Lígia G. Souza.
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Como conviver com a sogra.


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Era uma vez, uma jovem chamada Aishwarya, que se casou e foi viver com o marido na casa da sogra.

Depois de algum tempo, começou a ver que não se adaptava à sogra. Os temperamentos eram muito diferentes e Aishwarya cada vez se irritava mais com os hábitos e costumes da sogra, e a criticava cada vez com mais insistência.

Com o passar dos meses, as coisas foram piorando, a ponto de a vida se tornar insuportável. No entanto, segundo as tradições antigas da Índia, a nora tem que estar sempre ao serviço da sogra e obedecer-lhe em tudo. Mas Aishwarya, não suportando por mais tempo a ideia de viver com a sogra, tomou a decisão de ir consultar um Guru, velho amigo do seu pai.

Depois de ouvir a jovem, o Guru Swami Sivananda pegou um ramalhete de ervas medicinal e disse-lhe: “- Use-as para te livrares da tua sogra, mas não as deves usar de uma só vez, pois isso poderia causar suspeitas. Vai misturá-las com a comida, pouco a pouco, dia após dia, e assim ela vai se envenenando lentamente. Mas, para teres a certeza de que, quando ela morrer, ninguém suspeitará de ti, deverás ter muito cuidado e tratá-la sempre com muita amizade. Não discutas e ajuda-a a resolver os seus problemas.”


Aishwarya respondeu: “- Obrigado, Mestre Swami Sivananda, farei tudo o que me recomendas.”

Aishwarya ficou muito contente e voltou entusiasmada com o projeto de assassinar a sogra. Durante várias semanas, Aishwarya serviu todo dia, uma refeição preparada especialmente para a sogra. E tinha sempre presente à recomendação do Guru Swami Sivananda, e para evitar suspeitas controlava o temperamento, obedecia à sogra em tudo e tratava-a como se fosse a sua mãe, controlava bem o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Durante estes meses, não teve uma única discussão com a sogra, que também se mostrava muito mais amável e mais fácil de tratar com ela. As atitudes da sogra também mudaram e ambas passaram a se tratar como mãe e filha.

Certo dia, Aishwarya foi procurar o Guru Swami Sivananda muito aflita, para lhe pedir ajuda e disse-lhe: “- Mestre Swami Sivananda, por favor, ajude-me a evitar que o veneno venha a matar a minha sogra. É que ela transformou-se numa mulher agradável e hoje gosto dela como se fosse a minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que lhe tenho dado.”


O Guru Swami Sivananda sorriu, balançou a cabeça, e disse: “- Aishwarya, não te preocupes. A tua sogra não mudou. Quem mudou foste tu. As ervas, que te dei, são na verdade vitaminas para melhorar a saúde. O veneno estava nas suas atitudes, mas foi sendo substituído pelo amor e carinho que lhe começaste a dedicar.”


Muitas vezes você não tolera e não aceita o comportamento e as atitudes de outras pessoas, mas será que não é o seu comportamento e as suas atitudes que está afastando e criando uma área de atrito com essas pessoas. Tolerância é um vocábulo muito usado, mas pouco exercitado, todos exigem muita tolerância para si, mas estão pouco dispostos a exercitá-la com os outros. Pense... Conte até dez... E procure dar ao outro, o tratamento que você gostaria de receber.


Na China, há um provérbio que diz: “A pessoa que ama os outros também será amada”.

Os árabes têm outro que diz: “O nosso inimigo não é aquele que nos odeia, mas aquele que nós odiamos”.

Eduardo e Lígia G. Souza.
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Agradeça sempre ao Eterno Deus.

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Se você conquistar alguma coisa, agradeça a Deus. Lembre-se que na verdade você nada possui, tudo que você alcançou bens, posições e vitórias, você recebeu para usar com parcimônia, zelo e gratidão. Se você perdeu alguma coisa, agradeça a Deus. Lembre-se que o que se foi não era seu, tinha sido colocado a sua disposição para que você usar temporariamente. E você deve ser grato por ter recebido a graça de ter podido usar algo por esse tempo.


A felicidade não está em nada que você possa conquistar, pois qualquer conquista poderá ser rapidamente transformada em perda. A felicidade está dentro de você, ela está na comunhão com Deus, no desapego as coisas materiais e na certeza do espírito de retornar ao ceio do Eterno Deus que o criou.

 
Eduardo G. Souza.
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

O que é a Síndrome de Alienação Parental.


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A Síndrome de Alienação Parental – SAP (Parental Alienation Syndrome - PAS) é a difamação sistemática por um dos pais contra o outro, com a intenção de alienar a criança contra o outro. O propósito da alienação é geralmente para obter ou manter a guarda sem o envolvimento do outro. A alienação normalmente estende-se a família do outro e aos seus amigos também.

Richard Alan Gardner (abril, 1931 – maio, 2003), psiquiatra e professor universitário, foi o pioneiro em descrever a Síndrome de Alienação Parental, em seu estudo desbravador Gardner não apresentou pesquisas, mais reuniu uma grande quantidade de estudos de casos sobre o tema. O livro de maior sucesso de Gardner é “O Livro de meninos e meninas sobre o divórcio“ (The Boys and Girls Book About Divorce), publicado em 1970, na ocasião da morte do psiquiatra, o livro já havia alcançado a 28.ª edição. Além dos livros, Gardner também criou jogos para serem usados na psicoterapia infantil.


O Dr. Richard Gardner, em seu livro "A Síndrome de Alienação Parental", afirma que muitas dessas crianças alegam, com orgulho, que a decisão de rejeitar um dos seus pais é própria. Elas negam qualquer participação do outro genitor.

Como na maioria dos casos as crianças permanecem sob a guarda da mãe, essa rejeição é dirigida ao pai. E, em geral, as mães apoiam isso com uma veemência dissimulada. Na verdade, as mães, muitas vezes, declaram que querem que o filho visite ou saia com o pai e reconhecer a importância de tal envolvimento, mas o comportamento delas, em geral, indica o contrário.


Essas crianças acreditam que declarando ser essa rejeição uma decisão própria, elas estarão aliviando a culpa das mães e protegendo-as das críticas. Tais disposições de suposto pensamento independente são aceitos pela mãe que, muitas vezes, elogiam as crianças por ser o tipo de pessoas que têm vontade própria e são corajosas o suficiente para expressar abertamente as suas opiniões.

Frequentemente, essas mães vão exortar seus filhos para dizerem a verdade a respeito de se querem ou não ver seus pais. As crianças, geralmente, acreditam que "a verdade" é que elas odeiam o pai e não querem vê-lo nunca mais. Assim, elas fornecem uma resposta - formulada - como "a verdade", e estarão protegidos da ira de sua mãe. Se elas externassem o que realmente queriam, certamente afirmariam querer ver seus pais.


É importante compreender que após um período de programação, a criança pode não saber mais qual é a verdade, e realmente acreditar que o pai merece o aviltamento que está sendo dirigido contra ele. Quando alcançamos este ponto do processo de lavagem cerebral o objetivo final foi então alcançado.

Essa teoria tem sido criticada, pois revelaria um preconceito do Dr. Gardner contra as mulheres, visto que as alegações de SAP normalmente partem dos pais e são usadas por advogados como uma arma que procura enfraquecer a credibilidade das mães no tribunal. Mas hoje, com o aumento do número de pais assumindo a guarda dos filhos, a SAP tem sido diagnosticada, em muitos casos, como a rejeição da mãe pela criança.

Eduardo e Lígia G. Souza.
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

FELIZ ANO NOVO.

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Desejamos a todos um novo ano pleno de Paz e Felicidade.

Eduardo e Lígia G. Souza.
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sábado, 24 de dezembro de 2011

MENSAGEM DE NATAL

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O Natal é um momento ideal para expressamos o amor e o afeto para aqueles com quem nós nos importamos!
Estamos enviando nossa mensagem de amor neste Natal para todos os nossos entes e amigos queridos que se encontrem em qualquer parte do mundo.
Esperamos que seu Natal seja muito feliz, que seu coração seja um oceano cheio de amor, mas que você não perca a essência do Natal.
O Natal e a ocasião em que é celebrado um nascimento que teve como reflexo, mudanças de valores, crenças e tradições.
Deus deseja a salvação dos Homens, e quis ajudar-nos enviando seu filho para trazer uma mensagem de paz e salvação.
Recordando o nascimento de Jesus, possamos compartilhar das canções dos anjos, da alegria dos pastores, e da adoração dos magos.
É dia de Natal, isso nos faz feliz, porque estamos entre aqueles que são chamados de filhos Deus.
Natal é um momento de paz e boa vontade, de grande benignidade, um estado de espírito, esse deve ser o verdadeiro espírito do Natal.
Feliz Natal e graças de Deus estarmos com vocês.
Desejamos que vocês sejam felizes não só neste dia maravilhoso, mas durante todo o ano novo, por toda vida.
Oremos para que a presença de Deus esteja sempre em nossas vidas, especialmente neste Natal!
Nosso sincero desejo é que vocês tenham um Natal maravilhoso e um ótimo ano novo!

FELIZ NATAL...
BUON NATALE…
MERRY CHRISTMAS...
FELIZ NAVIDAD…
JOYEUX NOEL…
FRÖHLICHE WEIHNACHTEN...




Eduardo, Lígia e Família.
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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Porque o Barcelona ganhou do Santos.

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Futebol Club Barcelona, também conhecido como Barcelona e familiarmente como Barça, é um clube profissional de futebol, com sede na Província de Barcelona, Região da Catalunha, Espanha.

Fundado em 1899 por um grupo de Suíços, Inglês e Catalães, o clube se tornou símbolo da cultura Catalã.


É um dos clubes de futebol mais rico do mundo em termos de receita, com um volume de negócios anual de € 398 milhões. Em 2010, as propriedades do Barcelona foram avaliadas em torno de € 752.000.000 (USD $ 1 bilhão). Em julho de 2006, o clube anunciou um acordo com a UNICEF, que inclui ter o logotipo da UNICEF em suas camisas, para isso tem que doar € 1.500.000 por ano para a UNICEF (0,7 por cento da sua receita anual estimada), através da Fundação FC Barcelona.

“La Masia”, localizada ao lado do estádio do Barcelona, é o coração do sistema juventude do Barça. Este edifício emblemático que faz parte da história e do património do Clube, era uma antiga residência rural, construída em 1702.

No inicio “La Masia” foi usada como a oficina em que os arquitetos e construtores do “Camp Nou” modelaram o projeto, e foi usado por visitantes VIP e colaboradores nos trabalhos da construção. Inaugurado o estádio, em setembro de 1957, “La Masia” foi fechado até um novo uso ser encontrado para ele. Sob a presidência de Enric Llaudet, o edifício foi remodelado e ampliado para utilização como sede do clube social, que estava localizado na Via Laietana. A nova sede social foi aberta em 1966.

Como o clube cresceu tornou-se claro que “La Masia” já não era suficiente, então a sede foi transferida para um novo prédio construído na área ao lado. Mais uma vez “La Masia” ficou fora de uso, até que Josep Lluís Núñez assumiu a presidência do Clube e imediatamente encontrou um novo uso para a construção – “La Masia” se tornou a residência dos jovens jogadores do Clube de fora de Barcelona. As obras foram rápidas, e em de outubro de 1979 foi inaugurado pronto para o novo uso.


Esta residência é agora usada para abrigar os jovens jogadores que tiveram que deixar suas famílias, em todas as partes do mundo, a fim de treinar no FC Barcelona, recebendo uma formação tanto no sentido esportivo como intelectual. Um grupo de jovens jogadores com um futuro brilhante.

“La Masia” já chegou ao seu vigésimo aniversário, e os resultados têm sido muito positivos. Entre os vários jovens que viveram em “La Masia” e passaram a jogar para a equipe, incluem-se: Guardiola, Sergi, De la Peña, Puyol, Xavi, Reina, Víctor Valdés, Gabri e Messi, além de um grande número de jogadores que foram jogar em outros clubes espanhóis. Todo esse sucesso tem feito que muitas pessoas usarem o nome de “La Masia” para se referir aos jogadores jovens do Barça em geral.

Os jogadores formados em “La Masia” não são apenas para a Catalunha ou o resto da Espanha, numerosos jovens jogadores têm ido jogar em outros países.

Composto por dois andares, medindo 610 m², ele abriga 60 meninos. Tem cozinha, sala de jantar, sala de estar, biblioteca, escritório, banheiros, chuveiros e quatro grandes dormitórios.

O Barcelona inaugurou em Salvador (Bahia) sua primeira escolinha voltada para a formação de jogadores de futebol no Brasil. Criado para funcionar como a sede do “La Masia”, o projeto busca levar a outros países a metodologia do time espanhol e descobrir novos talentos para o clube catalão.

De acordo com Xevi Mercé, diretor das Escolas Internacionais do Barcelona, o Brasil é um país considerado "cinco estrelas" no futebol. Isso explica, segundo ele, a opção do clube catalão em instalar suas categorias de base em Salvador.

A escolinha de Salvador ainda possui caráter temporário. Mercé afirma, no entanto, que o objetivo do Barcelona é torná-la definitiva em Salvador e levar o projeto para o Rio de Janeiro e São Paulo em 2012. O projeto busca expandir o conjunto de escolinhas que já existem ao redor de quatro continentes. O clube possui “La Masia” no Peru, Coreia do Sul, Japão, Emirados Árabes, Kuwait, Egito e Polônia.

Resultado, FC Barcelona 4 x 0 Santos FC.

Messi, criado em “La Masia”, o melhor jogador do mundo! Neymar, descoberto “por acaso”, uma promessa que poderá nunca ser realidade!


Barcelona, um Time solidário de ótimos jogadores, que jogam para a equipe. Santos, um ajuntamento de bons jogadores, onde cada um joga para si.

Eduardo G. Souza
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domingo, 18 de dezembro de 2011

O Homem é um animal...

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O Homem é um animal. Nossa forma material tem origem nos gametas e é constituída dos elementos químicos que estão em nosso planeta. Então porque somos diferentes dos demais animais? A centelha do Eterno que inunda nosso Ser.


A Bíblia, livro sagrado mais aceito pela civilização ocidental, afirma: “vós sois deuses”, em Salmo 82:6 e João 10:34. O que quer dizer isso? Certamente essa afirmação está fundamentada em que, estando uma centelha do Eterno dentro do nosso Ser, somos parte dele, e ele habita em nós.

Essa centelha do Eterno geme encarcerada em nossa forma material. O Homem, inconscientemente, busca superar o tempo e o espaço, a luta constante da humanidade tem sido superar a curso do tempo e a vastidão das distâncias. O tempo em sua marcha contínua, invencível. Mesmo o maior bem humano, a vida, está limitada a um espaço de tempo compreendido entre a fecundação e a morte física. O espaço imensurável, o Homem observa extasiado as estrelas, perscruta o infinito em busca das respostas para suas dúvidas. Mas desde antes do nascimento estamos condicionados a um espaço físico, o útero materno, nosso planeta, nosso sistema solar.

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Continuamos calculando, desenvolvendo fórmulas, propondo equações, em segundos, minutos, horas, centímetros, metros, quilômetros, anos-luz. Mas eternidade e infinito continuam incognoscível para o Homem.


Contemplando o Universo, o homem da antiguidade esforçou-se para compreendê-lo. No portal do Templo de Delfos, na Grécia antiga, pode-se ler: "Homem, conhece-te a ti mesmo”, então percebemos que o Homem compreendeu, desde as mais remotas épocas, que o caminho para entender o Universo estava em si mesmo. Frente à concepção da sua insignificância em relação ao Universo nasceu à filosofia, de origem grega, ela tentou através do amor à sabedoria, refletir sobre o homem, buscando entender o funcionamento do Universo dentro de uma lógica racional. Os filósofos buscaram as respostas no próprio homem, aperceberam-se da unidade existente entre o Homem e o Universo – o Microcosmo e o Macrocosmo. Esses sábios resumiram esta ideia numa formulação: “Assim como em cima, é em baixo. Aquilo que já existiu, retornará. Assim como no céu, é na Terra”.

A centelha do Eterno move o Homem na busca da eternidade e do infinito, mas sua forma física o mantém preso às limitações da materialidade. Então para satisfação dessa necessidade existencial do Homem somente existe um caminho, o avivamento da centelha do Eterno que habita nele.

E o caminho está no próprio homem. Tudo no universo vem da mesma fonte, o Eterno. Ele é a fonte de tudo que chamamos de conhecimento, Ele contém a vida, e nele está a vida. Sem Ele o universo e o homem não existiriam. O Homem reflete seu Criador, o Eterno, no sentido de possuir livre arbítrio; somente o Homem pode decidir o seu destino, ao homem é dado o direito de querer encontrar-se com seu Criador ou afastar-se dele.

Para o Homem encontrar a Paz e a Felicidade, somente encontrando e avivando essa centelha do Eterno, nela ele irá se libertar das imperfeições características dos seres humanos, nela o Homem irá se afastar dos animais e se aproximar do Eterno.

O caminho está na submissão da vaidade, do orgulho e da prepotência características inerentes à personalidade humana. Sendo esses comportamentos essencialmente humanos, como vencê-los? Pelo desapego, pela medição e pela oração.


O desapego liberta o homem da afeição aos valores materiais e ao poder efêmero. O homem nasce nu, e tudo que recebe por graça lhe é dado para usar com parcimônia e zelo, quando partir tudo que amealhou, propriedades e valores, aqui ficará, nada será transportado para o seu destino.


A meditação é a porta para visitar a centelha do Eterno no âmago do Ser. É o caminho da graça, a forma de chegar à iluminação, a consciência do Ser. Ao mergulhar em seu Eu interior o Homem encontrará o caminho de retorno à origem do Ser, o Eterno, seu criador.


A oração é o combustível que aviva a centelha do Eterno. Ela aproxima a criatura do criador. Abranda as dúvidas e o sofrimento da clausura da centelha do Eterno. Amaina a propensão humana para o erro e as falhas da personalidade humana. Serena o sofrimento e as dores da vida carnal.



Eduardo G. Souza.
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Namastê

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Eduardo G. Souza.

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No Novo Ano...

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Não fique olhando para trás, o que passou já era, viva para o futuro;
Compre e leia vários livros, cultura não faz mal a ninguém;
Leia, ouça e compartilhe piadas... Rir é um ótimo remédio;
Ouça música regularmente, não importa o gênero que você gosta, mas curta um som;
Sorria com mais frequência... Fará bem a você e aos outros, um sorriso desmonta qualquer aborrecimento;
Seja você mesmo, o importante é você estar feliz com você... Os outros não podem querer moldar sua vida;
Discuta ideias e conceitos, e não as pessoas, com bastante esforço... Você consegue;
Diga não ao ciúme... KKKKKK... Esse eu quero ver seguir... KKKKKK;
Dê a mínima para os inimigos, caso eles existam;
Não empreste dinheiro, você pode ganhar um inimigo;
Admita suas falhas, é difícil, mas vale a pena tentar, a satisfação pessoal é recompensadora;
Use menos o cartão de crédito, quero ver cumprir essa decisão...
Desfrute da natureza, dance na chuva, pare para ver o nascer e por do sol, sinta o aroma das flores;
Beba mais água, seus rins irão agradecer;
Faça caminhadas pela manhã, longas caminhadas ajudam a manter o corpo saudável;
Cultive um hobby, isso faz acalmar e desligar dos problemas;
Não traga trabalho para casa, seu lar não é extensão do seu local de trabalho;
Visite, sempre que puder, os parentes idosos... Eles se sentem sós e abandonados;
Limpe sua própria bagunça, os outros não são seus escravos;
Ouça os seus pais e os mais experientes, os bons conselhos devem ser observados;
Envie flores para os amigos e os entes queridos;
Expresse sua admiração pelos outros... Elogie liberal e verdadeiramente... Todos gostam de ter suas qualidades reconhecidas;
Mostre o quando você se importa com os outros... Procure saber das suas vidas, das suas realizações, das suas dores... Um telefonema custa muito pouco;
Expresse sempre e de muitas formas o seu amor, todos adoram ser amados, e se você não falar, não demonstrar... Como os outros irão saber... Eu Amo Vocês!
Não finja... Seja leal e sincero... Difícil, não?
Confie nos seres humanos, ainda existem amigos;
Compartilhe seus sonhos, guardados para você, eles têm pouco valor;
Escute seu coração... Acredite em milagres... Tenha fé... A fé renova e faz sua vida melhor e significativa;
Ore mais a Deus, ele está sempre pronto a ouvi-lo;
Diga “Graças a Deus” com mais frequência... Agradeça todos os seus dias, suas conquistas, sua vida... Demonstre a Deus o quanto você é grato por ser Feliz!
Viva em Paz e Harmonia... Com Deus, com a natureza e com o próximo.



Eduardo e Ligia G. Souza.

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

domingo, 27 de novembro de 2011

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PROVA DO ITA



Questão de prova do ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica) - Matemática


A questão abaixo caiu na prova do ITA do ano passado, portanto aí vai um exemplo para os que almejam estudar nas melhores universidades do país, ok?


Pura matemática.


Uma mãe é 21 anos mais velha que o filho. Daqui a 6 anos a mãe terá uma idade 5 vezes maior que o filho.

Pergunta: Onde está o pai agora?


*Há que fazer alguns cálculos para obter a resposta. Por mais incrível que pareça a resposta é dada pela matemática.




PENSE...




Testando a sua capacidade matemática, se não conseguir siga o raciocínio abaixo.


Vamos então a Solução:


Analisando Hoje:

- Adotamos a idade da mãe como sendo = Y anos.

- Adotamos a idade do menino como sendo = X anos.

Portanto, como a mãe é 21 anos mais velha, temos: Y = X + 21

Daqui a 6 anos, ou seja: (Y + 6) e (X + 6)

Daqui a 6 anos a mãe terá idade 5 vezes maior que a do filho, ou seja: Y + 6 = 5 (X + 6)

Resolvendo a equação, temos: Y + 6 = 5X + 30

Reduzindo a equação, temos: Y = 5X + 24

Se substituirmos o valor acima de Y na primeira equação (Y = X+ 21), teremos: 5X + 24 = X + 21

Reduzindo a equação, temos: 5X - 1X = 21 - 24

Logo: 4X = - 3

Então: X = - 3/4

O menino tem hoje - 3/4 anos, ou seja, reduzindo o ano a meses, temos: - 3/4 de 12 meses.

Logo: - 9 meses (menos nove meses!).

A resposta é lógica!

Se o menino tem exatos menos 9 meses, ele nascerá daqui a nove meses, então a solução do problema proposto é:

- O PAI ESTÁ FAZENDO AMOR COM A MÃE, ENQUANTO VOCÊ ESQUENTA A CABEÇA!




E não adianta xingar... PORQUE A MATEMÁTICA É UMA CIÊNCIA EXATA!!!

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