Liberdade.

Todos os textos publicados nesse blog são livres para serem copiados e reproduzidos.
Porque não existe outra pretensão em nossos escritos, que não seja expressar o nosso pensamento, nossa forma de ver e sentir o mundo, o Homem e a Vida.
Se você acreditar seja necessário e ético, favor indicar a origem e o Autor. Ficamos lhe devendo essa!
Um grande abraço.
Eduardo G. Souza e Lígia G. Souza.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

NUNCA INDIQUE REMÉDIO PARA OUTRA PESSOA.

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NUNCA INDIQUE PARA OUTRA PESSOA O REMÉDIO QUE VOCÊ USOU OU ESTÁ USANDO, E DEU OU ESTÁ DANDO CERTO, VOCÊ PODE CAUSAR GRAVES DANOS A SUA SAÚDE OU ATÉ MATÁ-LA.



Antes da prescrição de qualquer fármaco, é indispensável um Diagnóstico!

Diagnóstico é uma palavra que vem diretamente do grego, mas o seu sentido foi alterado. Para os gregos um diagnóstico significava especificamente uma "discriminação, uma distinção, ou discernir entre duas possibilidades". Hoje, na medicina, corresponde mais a um diagnóstico diferencial, um método sistemático usado para identificar ou determinar doenças pela observação dos seus sintomas.
No primeiro passo do diagnóstico, o médico questiona o paciente sobre os sintomas. Por exemplo: - dores, falta de ar (dispnéia), distúrbios do sono, arritmia cardíaca, estresse, tremores, desmaios ou tonturas, náuseas, etc., sintomas que podem indicar uma doença grave. Outros sintomas mais gerais, como febre, fraqueza, fadiga, sensação geral de doença e desconforto (mal-estar), por vezes, também refletem uma desordem metabólica ou a presença de uma doença. São feitas perguntas sobre cada um dos sistemas do corpo. Nenhum sintoma deverá passar despercebido.
Em seguida, o médico questiona o paciente sobre infecções passadas, exposição a agentes químicos, uso de drogas, álcool e tabaco, características dos ambientes doméstico e de trabalho, viagens e atividades recreativas. Suas alergias a medicamentos e vacinas são registradas, assim como seu histórico familiar e problemas médicos anteriores. O médico pergunta se os membros da família tiveram doenças relacionadas com os sintomas apresentados e doenças inflamatórias generalizadas. O médico também pergunta sobre outros sintomas comuns, mesmo aqueles que não parecem estar relacionados à aparente doença detectada. Essa fase do diagnóstico é denominada anamnese.(1)
O próximo passo é o exame físico, que pode ser geral ou focal e em geral se divide em quatro etapas: inspeção, ausculta, palpação e percussão. Durante o exame físico, o médico mede o peso e a altura do paciente, observa os sinais vitais, sua aparência geral e o sentimento de bem-estar. O médico pode pedir para a pessoa andar ou subir um lance de escadas para verificar o equilíbrio, se a pessoa manquitola ao caminhar e se essas atividades causam falta de ar. A avaliação da cor da pele é importante, palidez (palidez) pode indicar anemia ou má circulação sanguínea, e uma coloração azulada (cianose) pode indicar uma quantidade inadequada de oxigênio no sangue. O médico observa a região torácica para determinar se a taxa de respiração e movimentos são normais. Usando um estetoscópio, o médico ouve os sons respiratórios para determinar se o fluxo de ar é normal ou obstruído e se os pulmões contêm líquido.
Um exame físico completo é necessário, pois alguns distúrbios e doenças podem afetar todas as partes do corpo. Além disso, em geral as doenças podem refletir uma anormalidade do sistema imunológico.
O médico faz uma análise completa de todas as informações colhidas sobre os sintomas. E produz uma lista de todos os diagnósticos possíveis e prováveis da doença.
Concluídas as etapas, todas as suas informações serão armazenadas com segurança num arquivo confidencial, para se necessária uma recuperação futura.
Normalmente, o médico pode dizer se uma pessoa tem uma doença com base na história clínica e no exame físico. Os exames laboratoriais (2) são complementares ao processo e utilizados para confirmar o diagnóstico, determinar a extensão e a gravidade da doença e ajudar no planejamento do tratamento.


(1) Anamnese (do grego ana, trazer de novo e mnesis, memória) é uma entrevista realizada pelo profissional de saúde ao seu paciente, que tem a intenção de ser um ponto inicial no diagnóstico de uma doença. Em outras palavras, é uma entrevista que busca relembrar todos os fatos que se relacionam com a doença e à pessoa doente.
(2) Exames laboratoriais é o conjunto de exames e testes realizados em laboratórios de análises clínicas, a pedido do médico, visando confirmar um diagnóstico ou identificar uma doença.

Eduardo G. Souza.
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

NUNCA INDIQUE REMÉDIO PARA OUTRA PESSOA.

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NUNCA INDIQUE PARA OUTRA PESSOA O REMÉDIO QUE VOCÊ USOU OU ESTÁ USANDO, E DEU OU ESTÁ DANDO CERTO, VOCÊ PODE CAUSAR GRAVES DANOS A SUA SAÚDE OU ATÉ MATÁ-LA.



As pessoas são diferentes!

Por que as pessoas são diferentes umas das outras? Esta questão vem sendo examinada metodicamente pelas várias ciências humanas.
Analisando as mais recentes teorias e pesquisas em psicologia, elas são diferentes em duas características em especial: personalidade e inteligência.
Essas características são mensuráveis, e podem diferir entre indivíduos e grupos, mas elas são influenciadas pelos genes, pais e/ou ambiente.
Estas diferenças podem ser também facilmente avaliadas através de nossa diversidade biológica, morfológica e fisiológica, mas existe outra, invisível, que ocorre em nosso material genético, no DNA (ácido desoxirribonucléico).
Nossos caminhos são diferentes, nós vivemos dentro de visões de mundo distintas, o modo como pensamos é diferente e temos instintos diferentes.


Todas as pessoas são diferentes, portanto o que é bom para uma pessoa, necessariamente será bom para outra.

Eduardo G. Souza.
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O Alcoolismo


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O uso do álcool pode progredir para o vício tão insidiosamente que às vezes a pessoa não percebe que a bebida se tornou um problema real para ele e aqueles que convivem com ele.


A progressão da dependência nos faz lembrar uma história que correu e ainda corre na internet, o sapo na fervura – se você colocar um sapo em uma panela de água fervendo, ele saltará imediatamente. Mas se você colocar o sapo em uma panela com água fria e, em seguida, lentamente adicionar calor, o sapo não pula fora até mesmo quando a água atingir o ponto de ebulição. É que a mudança foi tão lenta e gradual, que ele nem percebeu. Assim acontece com o álcool, a pessoa vai lentamente consumindo a bebida, aumentando as doses e a frequência, e como o sapo vai sendo cozido sem perceber.

O alcoolismo é uma doença crônica em que o corpo se torna dependente do álcool. Quando a pessoa tem o alcoolismo, perde o controle sobre o consumo. A pessoa não é capaz de controlar quando bebe, ela perde o controle de quanto bebe, ou da frequência com que bebe.


O alcoólico continua a beber mesmo sabendo que o álcool está causando problemas aos seus relacionamentos, ao trabalho, a saúde ou as finanças.

Alguns alcoólicos apresentam sérios problemas com o álcool, sem, contudo apresentarem todos os sintomas do alcoolismo. Isso é conhecido como "abuso do álcool", que significa que a pessoa bebe demais, cria sérios problemas em sua vida, embora ela não esteja completamente dependente do álcool fisicamente. Os dependentes do alcoolismo ou que abusam de álcool, não são capazes de cortar ou parar de beber sem ajuda. Várias abordagens estão disponíveis para ajudar aqueles que desejam se recuperar do alcoolismo, incluindo medicamentos, aconselhamento e grupos de auto-ajuda.

Os problemas do álcool variam de leve gravidade a risco de vida, e afetam a pessoa, sua família e a sociedade de muitas formas adversas. Apesar de todo o enfoque ser dado ao combate ao uso das drogas, o álcool continua sendo um problema mais sério que o uso das drogas no Brasil. De acordo com estudos realizados pela comunidade acadêmica, mais de 16% dos adultos no Brasil já sofreram dependência ou abusaram do álcool em algum momento de suas vidas.

O alcoolismo é uma doença. Ela é mais frequentemente diagnosticada através de comportamentos e efeitos adversos sobre o metabolismo do que por sintomas específicos médicos. Os dois critérios de diagnóstico mais comum são fisiológicos - alterações da tolerância e sintomas de abstinência.


- O abuso de álcool se refere ao uso excessivo ou problemático do álcool, com um ou mais dos seguintes procedimentos:
a) Não cumprimento importantes tarefas no trabalho, na escola ou em casa;
b) Repetitivas situações em que se envolve com acidentes (como ao dirigir um carro ou utilizar uma máquina);
c) Problemas jurídicos;
d) Uso contínuo do álcool, apesar de ter sérios problemas familiares, sociais ou problemas interpessoais, causados ou agravados pela ingestão de álcool.


- A de pendência do álcool refere-se a um distúrbio mais grave e envolve o uso excessivo ou inadequado, levando a 3 ou mais dos seguintes procedimentos:
a) Alterações de tolerância (necessidade de um efeito mais elevado para alcançar - a pessoa bebe mais para ficar mais bêbada), ou alcançar o efeito com menores quantidades de álcool;
b) Os sintomas de abstinência após uma redução ou cessação do consumo (tais como sudorese, aceleração da pulsação, tremores, insônia, náuseas, vômitos, alucinações, agitação, ansiedade ou crises depressivas) ou o uso de álcool para evitar sintomas de abstinência (por exemplo, beber logo de manhã cedo);
c) Beber muito ou beber álcool durante um longo período de tempo, mais do que devia (perda de controle);
d) Impossibilidade de reduzir ou parar o consumo;
e) Passar uma grande parte do tempo bebendo ou se recuperando de seus efeitos;
f) Abandonar importantes atividades sociais, ocupacionais ou recreativas;
g) Continuar a bebendo apesar de saber que o consumo de álcool está causando ou agravando os problemas.

O alcoolismo deve tratado por profissionais treinados na dependência alcoólica.


Médicos, Psicanalistas e outros profissionais de saúde são os mais adequados para acompanhar a retirada do álcool do organismo do paciente e os problemas de saúde associados ao alcoolismo.

Eduardo e Lígia G. Souza.
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O MOTEL


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Geraldina não agüentou e contou para a Laurinda:
“- Viram teu marido entrando num motel.”
Laurinda arregalou os olhos... Ficou assim, uma estátua de espanto, durante um minuto, um minuto e meio.


Depois pediu detalhes:
“- Quando? Onde? Com quem?”
“- Ontem. No Baby Dreams.”
“- Com quem? Com quem?”
“- Isso eu não sei.”
“- Mas como ela era? Era alta? Magra? Loira?”
“- Não sei, Lau.”
“- Coriolano me paga. Ah, se me paga.”
Quando o Coriolano chegou em casa Laurinda anunciou que iria deixá-lo e contou por quê.


“- Mas que história é essa, Laurinda? Você sabe quem era a mulher que estava comigo no motel. Era você!”
“- Pois é! Maldita hora em que eu aceitei ir ao Baby Dreams! Toda a cidade ficou sabendo. Ainda bem que não me identificaram.”
“- Pois então?”
“- Pois então? Agora eu tenho que deixar você. Não vê? É o que todas as minhas amigas esperam que eu faça. Não sou mulher de ser enganada pelo marido e não reagir.”
“- Mas você não foi enganada. Quem estava comigo era você!”
“- É! Mas elas não sabem disso!”
“- Eu não acredito, Laurinda! Você vai desmanchar nosso casamento por isso? Por uma convenção?”
“- Vou!”
Mais tarde, quando Laurinda estava saindo de casa, com as malas, Coriolano a interceptou. Estava sombrio:


“- Acabo de receber um telefonema...” Disse.
“- Quem era?”
“- Era o Chico.”
“- O que ele queria?”
“- Fez mil rodeios, mas acabou me contando. Disse que, como meu amigo, tinha que contar...”
“- O quê?”
“- Você foi vista saindo do motel Baby Dreams ontem, com um homem.”
“- Mas o homem era você!”
“- Eu sei, mas eu não fui identificado.”
“- Você não disse que era você?”
“- O que? Para que os meus amigos saibam que eu vou ao motel com a minha própria mulher?”
“- E então?”
“- Desculpe, Laurinda, mas...”
“- Mas o quê?”
“- Antes de você ir embora, vou ter que te dar uma surra... Pois é isso que meus amigos esperam que eu faça!”


Moral da história:
Devemos cuidar apenas da nossa saúde, pois da nossa vida... todo mundo cuida!
Consta como autor - Luiz Fernando Veríssimo.

Fazemos sempre o que os outros esperam de nós?

Recentemente relia um estudo acadêmico clássico, onde os pesquisadores examinaram a influência dos estereótipos sobre, o humor, a sociabilidade e a inteligência dos indivíduos. O que eles acharam, é que quando nós acreditamos que os outros pensam que somos atraentes, então nos esforçamos para aparecer mais brilhantes, sociáveis e divertidos. Sua conclusão nos oferece uma explicação de por que nos esforçamos, em várias situações sociais, para agir e nos comportar exatamente como os outros esperam de nós.


A pesquisa tenta entender porque procuramos sempre responder às expectativas dos outros.
Um dos entrevistados disse: "- Eu sempre fui tido como muito inteligente, então eu sinto que tenho de ser a pessoa mais inteligente da sala. Na escola eu sempre trabalhei tão duro em meus estudos, que não tive tempo para desenvolver relacionamentos. Eu gostaria que fosse de forma diferente."
Outro entrevistado declarou: "- Todo mundo sempre me disse que eu sou muito agradável. Faz-me sentir mal quando tenho a impressão que não sou todos sorrisos e gentil para alguém."
Outro afirmou: "- Eu sempre fui uma pessoa que acreditam faça as outras pessoas rirem. Por muito tempo eu senti que tinha obrigação de ser sempre ‘engraçado’. Se eu não estava alegre e engraçado, eu achava que as pessoas não gostariam de mim. Hoje, eu sinto como se não tivesse a liberdade de ser sério."
Você já sentiu a pressão de como as pessoas esperam que você aja de certa maneira, em uma área específica ou tenha um bom desempenho em uma tarefa definida? Se for assim, você não está sozinho. Um enorme número de pessoas sofre essa coação, 95% dos entrevistados para a pesquisa, disseram que lutam com todo seu valor para atender as expectativas dos outros.
Eu me pergunto se os restantes 5%, que não admitiram seus sentimentos, não foi porque estavam preocupados com o que os pesquisadores esperavam que eles respondessem.
Então podemos concluir que estamos preocupados com a forma como os outros irão reagir a nós. Você já teve experiência dessa avaliação limitada. Você espera que possa descobrir o que esperam de você, e quanto mais pensa sobre isso, se torna cada vez mais ansioso. O que a pesquisa mostra é que o seu comportamento e suas ações são altamente influenciados pelo que você acredita esperarem de você.
Lidar com as expectativas dos outros é realmente difícil.
Eu gostaria de poder dar-lhes uma lista com comportamentos e formas de ações verdadeiramente eficazes para encontrar a liberdade neste domínio. Eu não posso! Não é tão fácil, simplesmente decidir não ouvir as opiniões dos outros. Em muitos casos, é bom saber o que seus pais, professores e amigos esperam muito de você. Temos uma tendência natural de aumentar as expectativas dos outros, mas um pequeno empurrão aqui e ali para trabalhar mais, treinar mais, ou estudar um pouco mais, pode ajudar ao longo do caminho. Por isso, não é aconselhável simplesmente decidir ignorar as expectativas dos outros. O problema surge quando você deixa que os outros definam seu comportamento e ações, quando você se sentir totalmente dominado pelo esforço para atender as expectativas dos outros, ou quando você pensa que você tem que agir de determinada maneira, a fim de ser amado e aceito.
Eu gostaria de poder afirmar que a insegurança causada pelas expectativas dos outros é algo que você vai poder dominar e superar. Provavelmente não é. Sei que muitas pessoas, de todas as idades, estão em cativeiro grave por causa da tentativa de agradar aos outros.
Se você não pode simplesmente ignorar as vozes em torno de você, se não há nenhuma esperança de superar a pressão para agradar aos outros. Então qual é a resposta?


Estou feliz que você chegou até aqui. Nossa única esperança é perceber que o nosso valor não é determinado por aquilo que os outros esperam que façamos ou sejamos, ou até mesmo como os outros nos vêem, mas simplesmente pelo que Esperamos de Nós e pela maneira como Nós nos Vemos.
Em vez de procurar visualizar como os outros querem que você seja, procure apresentar-se a você mesmo.
Em seguida, desafie os seus pensamentos interiores preocupados com o seu desempenho. Procure fazê-los realidade. Pense nos seus objetivos. Desvende quem você é. E determine e controle o que você faz. Você é a mais brilhante, inteligente e divertida das criaturas. O que faz você uma pessoa credível e convincente. Pois você é capaz de agradar a si mesmo.
Seja Feliz!

Eduardo G. Souza.
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domingo, 30 de janeiro de 2011

A ESPOSA SURDA...


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Um Homem telefonou para o consultório de um médico, queria marcar uma consulta para a sua Esposa.
A Atendente perguntou:
“- Qual é o problema da sua Esposa?”
“- Surdez!” Ele respondeu.
“- Ela não ouve quase nada.” Acrescentou.
“- Então, o senhor vai fazer o seguinte, antes de trazê-la fará um teste, para facilitar o diagnóstico do médico. Sem que ela esteja olhando, o senhor, a certa distância, falará em tom normal, até que perceba a que distância ela consegue ouví-lo. Então, quando vier, dirá ao médico a que distância o senhor estava quando ela o ouviu... Certo?” Disse a Atendente.


“- Está certo.” Ele respondeu.
À noite, enquanto a mulher preparava o jantar, ele decidiu fazer o teste. Mediu a distância que estava em relação à mulher. E calculou: - Estou a uns 10 metros de distância. Vai ser agora!
“- Clemilda, o que temos para o jantar?”
Nada. Silêncio. Então ele aproxima-se a cerca de 5 metros.
“- Clemilda, o que temos para jantar?”
Nada. Silêncio. Ele fica a mais ou menos 3 metros de distância.
“- Clemilda, o que temos para o jantar?”
Silêncio. Por fim, encosta-se bem próximo às costas da mulher e volta a perguntar:
“- Clemilda! O que temos para o jantar?”
“- Frango Julião! É a quarta vez que eu respondo!” Diz a Esposa.


Normalmente, na Vida, Pensamos que as Deficiências são dos Outros e Não Nossas.

Autor Desconhecido – Sabedoria Popular.


É muito comum medirmos as pessoas pela nossa própria medida, e imputarmos aos outros as nossas falhas e nossos erros. Não somos capazes de perceber o nosso comportamento inadequado e os nossos deslizes, mas estamos prontos para descobrir e apontar as deficiências e os erros dos outros.


Eduardo G. Souza.
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sábado, 22 de janeiro de 2011

Assistência as Vítimas - Petrópolis.

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E a turma continua trabalhando.

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